quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Veganismo Desmascarado? #3

Aqui chegamos ao final do texto que jura ter desmascarado o veganismo, mas só cometeu falácias e foi desonesto intelectualmente. E o pior é ver um monte de gente concordando com isso e fazendo chacota.
O engraçado é que a maioria são ateus, que quando algum religioso vai abrir a boca para falar alguma besteira, eles correm para pedir fontes e caçar as falácias. Mas não possuem qualquer preocupação ou compromisso com a verdade quando o assunto favorece algo que eles consideram correto e aceitável sem ao menos se permitirem pensar no caso.

Extraído do original Veganismo Desmascarado

Primeira Parte
Segunda Parte



Experimento com animais  

Esta é a última parte sobre o desmascaramento da religião pós-moderna do veganismo.
To vendo como o fodão aí desmascarou alguma coisa. Na verdade só me fez pensar como quem mentiu com grau de fanatismo extremo aqui foi ele.

Vimos que vegans agem que nem religiosos fanáticos ao não saberem (e nem se interessarem em saber) sobre conhecimentos básicos de bioquímica, de mentirem descaradamente – querendo que as mentiras sirvam de embasamento para o rol de bobagens que pregam – e como a alimentação vegan é tão rica e nutritiva que eles vivem necessitando de suplementos alimentares.
Você tirou essa conclusão baseada unicamente na falácia da generalização apressada. E não demonstrou qualquer bom argumento, só ofendeu e mentiu sobre nutrição. Quem mentiu foi você ao afirmar que consumir frutas, verduras e legumes não fazem bem para a saúde e ainda por cima dizendo que só a carne contém vitaminas do complexo B. Uma mentirinha tão estúpida e bobinha de ser desmentida. E nossa, eu não sabia que eu necessitava de suplementos. Tire isso do plural, a única coisa que eu suplemento é a B12 mesmo. De resto, não tenha dúvidas que minha alimentação é excelente e meu treino muscular agradece. Você também omitiu o fato de que muitos alimentos industrializados são fortificados. Porque não fosse isso o ogrinho do bifinho ia ficar sem iodo e ácido fólico e ia ter que suplementar também.

Vimos também que a falsa preocupação que eles têm para com animais é apenas especismo, o mesmo especismo que acusam as pessoas onívoras.
É recomendável que você releia o que é especismo, porque você não entendeu foi nada. Eu não sabia que preocupação com animais significa especismo e tampouco entendi por qual motivo é inválido que qualquer pessoa desse planeta se preocupe com animais, sendo ou não vegano. O que me choca mesmo, é como um cara que tem um site onde disponibiliza explicações científicas pode agir dessa maneira, fazendo chacota e tirando sarro de veganos por pura leviandade parecendo um adolescente tentando puxar o tapete do coleguinha na escola.

Alegam, mediante uma arrogância em níveis estratosféricos, que são mais éticos num mundo onde a ética não existe per se, mas não se dedicam a defender animais como lacraias, baratas, insetos e outros tipos de animais.
Ah, ele reclama da arrogância de alguns mas ele nem pensa em eliminar a própria arrogância dele e tratar as pessoas com mais respeito. Aliás, Sr. André, a ética cabe somente aos agentes morais. Não tem qualquer cabimento falar em ética visando dar lição de moral em animais não humanos. E no nosso mundo, a ética existe sim e é graças a ela que podemos praticar a cidadania e respeito com as pessoas – mesmo que, infelizmente nem todos pensem em praticar a ética do bem.
Inacreditável ler isso. Olha, Sr. André, eu não sei de todo mundo mas EU me preocupo com os insetos sim. O ser humano tem atrapalhado bastante o ecossistema deles, podendo levar até insetos à extinção, como os pirilampos. Se alguma coisa atrapalha o ecossistema, ela merece completa atenção. Não sei que "outros" animais são esses, mas não é um sentimento de empatia que me faz simplesmente me preocupar com insetos e os outros animais e sim o fato de alguma coisa muito séria estar acontecendo com o ecossistema. Se não gostamos dos bichos, então os odiamos? Novamente esse 8/80 de ame-me ou deixe-me. Ele só pode estar falando dele mesmo, não é possível. Ele mesmo não deve gostar de nenhum desses insetos e tirou conclusão pelo mundo inteiro.


Observamos também que a filosofia embusteira que usam fecha seus olhos quando defendem animais, mas esquecem que durante a colheita de seus preciosos vegetais, milhares de animais morrem, quer sob o efeito de inseticidas (naturais ou não), quer seja por causa das colheitadeiras que matam ratos, pássaros, insetos etc.
Em primeiro lugar, você é a última pessoa desse planeta que eu perguntaria algo sobre filosofia. Você simplesmente não consegue pensar em nada fora da caixa. Gostaria de saber qual filosofia embusteira é essa, porque até aqui eu só li mentiras e escárnios.
Então, vamos lá, destrinchar esse papo furado novamente. É por isso que eu reforço a tese de que esse cidadão só pode estar de brincadeira que acredita mesmo em tudo que escreveu, mas em fim.
1) De onde vem essa informação de que milhares de animais morrem nas colheitas? Você poderia colar uma fonte pra gente analisar melhor porque, não sei se você sabe, mas não se pode matar animais aos milhares assim sem mais nem menos. Quer uma prova ínfima disso? Leia essa notícia que um agricultor decidiu matar os pombos da plantação e zás! Até na polícia isso foi parar. Fazer esse tipo de coisa pode agregar problemas para o ecossistema, Sr. André porque esses pombos envenenados, podem contaminar outros animais que se alimentam deles como raposas e cobras e nós não queremos um desequilíbrio ecológico, certo? Além do mais, eu não sei se você já ouviu falar em espantalhos, Cds (para refletir a imagem deles) e ar comprimido, das quais todas são técnicas para afastar pássaros e outros animais da plantação, pois elas causam estragos. Pode ser mesmo que as pessoas nem saibam que exista a técnica do ar comprimido, que simula um revolver que dispara, faz barulhos para assustar e afugentar os pássaros e outros animais.

2) Se milhares de gafanhotos, por exemplo, entrarem numa plantação, fodeu! Seria o suficiente para ocorrer o que se conhece como praga. E além dessas pragas destruírem as plantações, elas ainda prejudicam a vida de outras espécies de insetos e animais que vivem em árvores. Não é nem que deixar esses insetos destruírem a plantação, Sr. André. Eles DEVEM ser combatidos, porque senão, até o ogrinho do bifinho fica sem as misteriosas e milagrosas outras fontes de proteína que nenhum outro vegetal possui.
3) Sobre os ratos, eu realmente me pergunto o que faz esse cara pensar que existem milhares de ratos numa plantação, e pior: vivendo dentro delas com famílias de ratinhos. Isso também seria o suficiente pra causar uma praga. Na verdade, o maior problema dos agricultores é quando os grãos estão encaixotados e os ratos podem roer e destruir tudo. Os ratos não vivem dentro de plantações porque eles preferem galpões, coqueiros e qualquer lugar onde possam se instalar escondidos de predadores. Depois, não são todas as plantações que os ratos "gostam", por assim dizer. Eles preferem milho, arroz, coqueiros, e qualquer coisa que eles possam roer. É recomendável que se proteja as plantações para que os ratos nem entrem nela.
Ele deve achar que os agricultores saem plantando a esmo pronto, milhares de ratos se instalam lá e fim de papo. E as olavettes, digo, andrezzetes, mal se dão o trabalho de pesquisar um assunto tão bobo desse, saem abraçando qualquer cagação desse cara achando que agora deram bons motivos para as pessoas comerem carne.
Nem sempre podemos evitar que os animais morram, Sr. André, por mais que os afastemos de plantações. E grande coisa. Isso em nada anula o fato de questionar a ética do ser humano em escravizar outros animais por pura vontade de fazer isso quando podia ser evitado.

Mas, a religião vegan só quer saber dos mamíferos, por causa da simpatia adquirida durante o processo evolutivo.
Essa é aquela hora que você fica um minuto em silêncio, nem sabendo o que responder pra uma grosseria dessas. Os ratinhos citados anteriormente neeeeeeem são mamíferos [ironia mode off], já que o cidadão não entende ironias.

E considerando que isso já explica o porque dos vegans agirem assim – o que eles negam com veemência – a conclusão óbvia é que os seguidores dessa nova religião tenderão ao Criacionismo.
Ah, claro, claro, hahahah! Eu vou até copiar e usar isso aqui como um mega e ótimo exemplo de non sequitur. Como é que respondemos uma falácia, hein? Um argumento sem validade alguma, onde a premissa é falsa e a conclusão pura obra de piração da cabeça desse cara. Aliás, ele realmente botou uma fé que a única razão, dentro da complexidade humana, pelas quais um cidadão deseja a liberdade dos animais é porque eles são fofinhos e cute cute. Eu acho que vou lá pedir uma opinião pro pessoal do projeto salvem os tubarões. Com certeza eles fazem tudo que fazem porque acham os tubarões fofinhos e cute cute.

Afinal, um Projetista Inteligente não fez o mundo para que nos matemos uns aos outros, e sim nos alimentarmos de vegetais, como é dito no Gênesis; mesmo porque, os tigres transportados pela Arca de Noé devia comer sucrilhos Kellogg’s.
Agora ele enfia uma fábula bíblica pra fechar com chave de ouro. Bela imaginação Sr. André.

Agora, nesta última parte, veremos a maior canalhice, hipocrisia e completa falta de vergonha na cara desse pessoal: Quando vegans querem impedir a Ciência de progredir, por causa dos experimentos com animais. Só faltam querer usar aquele lixo de livro pseudocientífico da Fundação Templeton para ensinar Ciências nos colégios. Antes, contudo, de entrarmos no verdadeiro assunto em questão, deixem-me explicar umas coisinhas básicas sobre a pesquisa científica.
Lá vem ele, o único que sabe tudo sobre ciências e cometeu um monte de falácias. Até misturou esse assunto com ensino religioso. É o André no país das maravilhas, ou seja, a imaginação fértil dele.

A começar, existem dois tipos de Ciência. A Ciência Pura e a Ciência Aplicada.
A minha é ciência formal, um tanto engraçado para minha pessoa falar de biologia.

Ciência Pura versa apenas o conhecimento de nosso sistema natural (e isso inclui todo o Universo) e conceituações matemáticas. Assim, estudamos estrelas, planetas ou a menor partícula subatômica da mesma forma que estudamos sobre conjecturas como as de Fermat ou sobre o número Ômega. Estudamos o comportamento dos animais e como os rotíferos bdelóideos resolveram não fazer mais sexo há alguns milhões de anos. Ponto. Ciência Pura não tem uma “utilidade”… ao menos, não uma utilidade do modo como você pensa, e nem é uma “utilidade” imediata. Assim, para que estudar tais coisas? Deixemos isso de lado por enquanto.

A Ciência Aplicada, em contraposição, fornece-nos utilidades práticas para o dia-a-dia. É através dela que desenvolvemos novas tecnologias que serão aplicadas em nosso benefício, como um forno de micro-ondas. Dessa forma, por que não estudar apenas coisas que nos sejam diretamente úteis? Ponto de interrogação.

Voltemos à Ciência Pura. Quando os cientistas avançaram para o mundo da Mecânica Quântica, a Física Moderna se distinguiu da chamada Física Clássica (a de Newton, sabem?). O mundo quântico é estranho e as previsões eram absurdas, como por exemplo: Se você quiser observar o comportamento de alguma coisa, só em você estar observar altera o comportamento dessa coisa. Mal comparando, é como você querer ver o que sua vizinha faz ao sair do banho (notem que vizinhas sempre são úteis em experimentos mentais, ainda mais quando nossas esposas não são telepatas), invadir a casa dela e ficar sentado numa cadeira bem de frente pro banheiro. Ao sair enrolada numa toalha e dar de cara com você, meu caro tarado pesquisador, ela não agirá naturalmente. No mínimo vai te convidar pra uma cerveja e no máximo ligar pra polícia, com a opção de pegar um revólver na mesinha perto e te encher de tiro. Da mesma maneira, o mundo quântico é cheio de surpresas, e uma dessas surpresas é o efeito fotoelétrico, o mesmo efeito que impede que você tome uma trombada da porta do elevador ou banque o “Abra-te Sésamo” na porta de algum Shopping Center. O que era apenas aprendizado sem utilidade passou a ser empregado de forma útil, da mesma maneira que o estudo de ondas eletromagnéticas propiciou o uso do radar e, quando Percy Lebaron Spencer estudava como melhorar seu desempenho viu que o chocolate que ele tinha no bolso tinha derretido, evidenciando a ação de certas emissões eletromagnéticas conhecidas como micro-ondas.

Mas o que isso tem a ver com vegans?

Cientistas precisam fazer experimentos.
O cara se deu ao trabalho de explicar conceitos científicos para no fim das contas concluir que a ciência precisa fazer experimentos, como se ninguém soubesse disso.

Mesmo físicos teóricos necessitam estudar experimentos já existentes para estudar os acertos e falhas de suas teorias.
Não brinca? To chocada, se não fosse por você eu jamais saberia disso, viu!

Médicos, químicos, farmacêuticos, biólogos etc. não vivem sem experimentos. E quando o experimento visa à criação de um remédio, há um problema: como testar se o remédio realmente faz o que deveria fazer? O que comumente se faz é um teste bioquímico, depois uma construção de modelos computacionais, para em seguida fazer-se experimentações em animais e só depois em humanos. Só que os fanáticos da religião vegan acham que isso é um absurdo, a ponto de chamar cientistas – que estudam por anos a fio, pesquisam, investem tempo, conhecimento e nem sempre recebendo financeiramente por toda essa dedicação – de assassinos, psicopatas, torturadores, maníacos etc.
Gente... Olha o que esse cara está fazendo, colocando palavras na boca das pessoas. Sr. André, ocorre que não existe qualquer problema em questionar os testes em animais. Por que diabos isso não é moralmente aceitável? Ninguém está tirando qualquer mérito de cientistas. Sabemos da importância da ciência, temos conhecimento dos avanços dela que são essenciais para a humanidade e até para os animais. Sabemos ainda que boa parte de todos os avanços foram conseguidos testando em animais. Ninguém se refere aos cientistas a esses termos chulos e torpes como se eles merecessem ser moralmente rebaixados. Sabemos que os cientistas realizam um trabalho sério e que infelizmente ainda são dependentes de fazerem testes em animais. Tudo tem limites. No passado também faziam testes em humanos, em crianças... Infelizmente todo avanço tem algo a ser criticado. Não é só porque atualmente não há saída que os testes em animais não devem ser questionados, Sr. André. Isso, inclusive é discutido no meio científico e muitos cientistas trabalham para criar métodos alternativos. Acredito sim que no futuro os animais não serão mais usados para fazer testes.


É gritante a extrema imbecilidade de um bando de idiotas que mal terminaram o Ensino Médio, ou quando muito estudaram uma faculdadezinha vagaba, sem nunca produzir nada, nenhum um único artigo pro jornaleco da faculdade, quanto mais um artigo pra Nature, Science, PNAS etc! Não passam de um bando de apedeutas que só porque se acham melhores do que os outros por comerem alfaces, achando que a espécie humana é melhor que todas as demais e deve zelar pelos animais, enquanto chamam os outros de “especistas”. Normalmente a religião se sobrepõe à razão.
Aqui temos um misto de apelo à hipocrisia, ad hominem, generalização apressada... “Zelar pelos animais”, mais uma besteira saída da mente rocambolesca do cidadão.
Mas quanto ódio nesse coração, Sr. André! Relaxa, baby, vamos ouvir um jazz e ser feliz? Comer carne não é o supra sumo da alegria, mas talvez jazz seja ;-)

Da mesma forma que não se pode mostrar a um seguidor do Ministério da Arca de Noé (sim, isso existe), que toda aquela bobagem de Noé e sua bicharada é um atentado ao bom senso, tendo todas as evidências geológicas e arqueológicas mostrando que aquilo não passa de crendice, não se pode convencer a um fanático seguidor da religião do Brócolis Sagrado que o desenvolvimento da medicina precisou, precisa e ainda precisará por um bom tempo do experimento com animais.
Perfeito! Nós sabemos disso. Infelizmente tem coisas que demorarão muito tempo para mudar. Nada muda de uma hora pra outra, a mudança pode ser lenta, mas o que podemos fazer é nos esforçar pra essa mudança acontecer.

Mais ainda: é impossível convencer a alguém que vive numa fé cega que cientistas NÃO SE DIVERTEM fazendo isso. Se vegans tivessem um mínimo de humildade (ou capacidade cognitiva) de ler artigos e blogs de cientistas de verdade, ao invés daquele monte de lixo similar ao GoVegan, teriam visto o comovente relato do Rafael do blog RNAm, onde ele fala sobre o dia que teve que sacrificar um de seus ratos.
Sim, Sr. André, temos total consciência que não deve ser gostoso e nem divertido pra nenhum cientista ter que fazer testes em animais. Ainda mais porque muita gente sente empatia, mesmo que se faça tudo para amenizar o sofrimento animal. Só gostaria de entender de onde o Sr. foi tirar essas conclusões nonsenses. Pelo visto você é incapaz mesmo de debater um assunto sem agressividade e se recusa a pensar fora da caixa. Cada vez eu me convenço mais disso. Mas a mim não me cabe fazer qualquer julgamento a você, pois não te conheço e a única coisa que vejo de você são as publicações em seu blog. Muitas coisas bem interessantes, mas ainda sim, seriam muito mais interessantes se você descesse do pedestal e aprendesse mais a conversar, ouvir as pessoas, estudar e ler mais sobre cada caso.

Mas, da mesma forma que os seguidores do Silas Malafaia só entram em sites céticos para espalhar seu monte de besteiras, sequer lendo (e muito menos entendendo) os artigos postados, os fanáticos religiosos da seita da Santa Alface jamais lêem coisas nesse sentido, ou se lêem é para xingar o pobre cientista, responsável por ajudar a salvar as vidas desse pessoalzinho que deveria rasgar as roupas e ir morar numa savana, sendo éticos e amorosos com a fauna selvagem de lá. Garanto que os leões os convidariam para o jantar.
Novamente, Sr. André, é insustentável esse argumento de que a moralidade humana deve ser comparada com o mundo selvagem. É incabível uma coisa dessas. Humanos podem questionar, podem estudar, podem se auto questionarem. Por que diabos devem ignorar fazer estes questionamentos só porque o mundo selvagem é selvagem?
A ética só cabe a nós, humanos... Nós podemos e devemos questionar a nossa atitude diante de outros animais e não deixar de fazê-lo porque animais não possuem os mesmos discernimentos sobre ética do que nós, Sr. André. Isso é incabível! E outra coisa, quem aqui está desrespeitando o “coitado” do cientista? Carece de qualquer sentido usar esse apelo emocional. Ninguém pretende desrespeitar os cientistas, a menos que eles deem bons motivos para tal como qualquer um nesse mundo. Ninguém pretende negar a importância e o impacto que a ciência tem em nossas vidas, Sr. André. E muito menos alguém está aqui pra fazer chacota do trabalho da ciência. Ao contrário, retirar os animais dos testes científicos é uma baita evolução, não acha?


Vegans são tão ridículos e dissimulados que marretam todos os cientistas, mas na primeira dor de cabeça correm pra farmácia. Religiões são todas iguais: a hipocrisia é algo tatuado bem fundo no ego desse pessoal.
Novamente esses xingamentos e ofensas. Sr. André, tudo tem limite. Nenhuma causa é perfeita, nenhuma filosofia de vida está livre de críticas. O veganismo tem limites também. Não é possível sempre boicotar tudo, infelizmente ainda não. Mas isso não invalida o fato de questionar nossas atitudes diante de animais não humanos e simplesmente não querer mais consumir produtos de animais. Nem carne, nem secreções e nem produtos feitos de pele animal. Qual o real problema nisso? Ninguém é obrigado a aceitar moralmente que se faça animais de escravos, sobretudo quando o outro lado replica usando  falácias naturalistas. Tudo começa de baixo pra cima, Sr. André. Não dá pra construir uma casa de cima pra baixo. Tudo tem um começo e o veganismo não é diferente de nenhum movimento que tenha surgido pelo mundo.

Vendo a conversa de alguns desses seres ensandecidos, vejo que chamam cientistas de “nazistas”, por ofenderem pobres ratinhos. Assim, o que eles sugerem? Que se usem… CRIANÇAS HUMANAS! Oh, admirável Mundo Novo! Claro, por que não? Criancinhas famintas da África, que não teriam chance de qualquer forma, pois a mortalidade infantil em muitos daqueles recantos é tão elevada, poderiam servir à Ciência, pois não?
Gente, agora ele desceu mais ainda o nível de suas conclusões estrambóticas e sem fundamento algum. A questão é muito simples, meu caro, se não é ético testar em animais que possuem interesse em viver, por que seria ético testar em animais humanos?   

Claro, claro! Que tal arrancarmos crianças da mão de mulheres na rua? É odioso, o pensamento vegan e eu nem lamento que estes débeis mentais idiotizados por sua religião estúpida sejam assim.
Quem tirou essa conclusão ao sabor da incrível imaginação foi você mesmo. Eu jamais pensaria em usar humanos em experimentos. Ninguém está dizendo que animais não humanos são melhores que humanos e humanos são melhores que animais não humanos. Sandice pura, tudo coisa da sua imaginação. Toda essa maldade, que fique bem claro, surgiu da mente do cidadão aí.
Ainda que essa besteira toda se configurasse, crianças desnutridas vão ajudar muito os cientistas, não?

Eu lamento é por ver muitas vezes estes retardados terem liberdade de espalhar seu monte de merda, por causa de um tosco argumento de “liberdade de expressão”, no qual se baseiam para ofender qualquer um, mas quando mostramos o quanto são idiotas ficam de choradeira dizendo que estão tornando o mundo mais ético.
Ah, a liberdade de expressão é um argumento tosco? Então posso fazer uma campanha pra detonar a SUA própria liberdade de expressão de fazer xingamentos e organizar uma campanha pra fazer denúncias em massa da sua página até ela sair do ar pra derrubar o seu direito de liberdade de expressão e calar a sua boca? Queria ver uma cambada de teocrata em fúria, loucos para derrubar a sua página e censurar você pra ver se ia gostar. Agora queria só entender – já que você não explicou – por que diabos a liberdade de expressão é um tosco argumento.
Argumento bom é xingar e ofender as pessoas como você está fazendo. Argumento bom é agir com desonestidade intelectual e comparar a atitude do ser humano com a dos outros animais. Argumento bom é mentir sobre nutrição e prestar um desserviço de informação fazendo falsas afirmativas contra pessoas que adotam estilo de vida diferente do seu.
Um cara como você é a última pessoa do mundo que pode exigir respeito de alguém.

É essa mesma liberdade que estes fanáticos são contra, pois se dependesse dessa corja, a Ciência ainda estaria na Idade Média, basta analisar o monte de besteira que dizem. Mas os cientistas é que são maníacos nazistas. Eu processaria se algum imbecil que ousasse falar assim de mim.
Isso você teria que provar. Como você não o fez, ainda continua sendo papo de sua imaginação. Até agora só vi você mesmo dizer isso.


Estes imbeciloides continuam usando remédios, vestem-se com roupas de lã, não se importam que vários animais morreram durante o cultivo de suas comidinhas (agrotóxicos), nem durante a colheita (quando ceifadeiras matam muitos animais pelo caminho) e nem mesmo sentem remorso de usar um inseticida.
É... Remédios só mesmo quando raramente eu preciso. Motivos pessoais mesmo, eu acho triste a sociedade se escorar em remédios para resolução de todos os problemas. Mas ok, isso foi só um questionamento da minha parte. E como eu disse, tudo tem limites. Não podemos boicotar tudo, mesmo que a empresa não teste em animais. Nenhum movimento é livre de problemas, as coisas acontecem aos poucos até conquistarem sua finalidade.
Ivan Pavlov, sabe? Aquele dos cachorros? Fez muitos testes em crianças. Aliás, naquela época, os cientistas faziam o que queriam. Não havia necessariamente aquela ética, como a lei Auroca que vistoria como estão tratando os animais nos laboratórios. Partindo dessa mesma lógica, humanistas seculares estão blefando. São uns hipócritas de defenderem humanos e continuarem usando remédios cujas fórmulas foram um dia testadas em humanos no passado. NÃO DÁ, Sr. André. Somos escravos do agronegócio e das indústrias farmacêuticas.

Hipocrisia, teu nome é veganismo!
Aqui, ele tenta renomear uma palavra concluídas da própria imaginação dele.

Está na hora de terminar o artigo. Não tenho ilusões de algum vegan venha aqui discutir comigo e desmentir cada ponto que eu abordei e muito menos aparecer om argumentações convincentes e/ou artigos isentos provando suas alegações. Isso nunca acontece nos meus artigos, no máximo é o mimimi sentimentaloide de sempre.
Até desanima discutir com você, um cara que destrata todo mundo e não tem o menor respeito por ninguém. Cheio de ofensas, xingamentos, grosserias, é altamente recomendável que ninguém vá mesmo à sua página discutir com um grosseirão incivil como você. Qualquer coisa que dissermos você xingará e fará escárnios como bem manda sua imaginação, produto de uma cabeça que se recusa a questionar e pensar além. Não tem cabimento discutir com quem não tem a mente aberta para qualquer questão desse mundo.

Mas, como vão discutir? Falta-lhes conhecimento, falta-lhes cultura, falta-lhes subsídios e, pior, falta-lhes vergonha na cara de assumir o que realmente são: um bando de tolos iletrados que seguem modinhas e não sabem nem de coisas simples sobre seu próprio sistema digestório, nem sobre o mundo animal, nem sobre conceitos éticos e nem sobre pesquisa científica.
Conhecimento? Falta mesmo é você parar de tirar baboseiras de sua imaginação, Sr. André. Mas eu tenho uma quase certeza que se um dia ele calhar de ler isso, vai me xingar de tudo quanto é nome, pois foi o que ele mais fez nessa pilheria toda que ele chama de estudo.

Não obstante, estou aqui e pronto para debater, mediante argumentos sólidos e pesquisa embasada com artigos publicados em periódicos indexados sérios e isentos. Quem será o primeiro a tentar?
Pronto para debater xingando os outros? Pois é tudo que eu vi você fazer. Eu mesma me senti coagida ao ler esse festival de grosserias e esse monte de conclusões absurdas tiradas de sua imaginação. Você deveria pensar um pouco nas coisas que fala. Eu não estou aqui pra “ganhar” de ninguém e muito menos pra tentar desmoralizar alguém. Ao contrário, o que me interessa são argumentos e conhecimento, coisa que não vi em nenhum momento de sua parte. Eu não faço a linha moralista, não tenho o menor interesse em usar de baixarias pra explicar educadamente a qualquer pessoa os motivos pelos quais seria pertinente e vantajoso excluir carne e derivados da alimentação sem precisar contar mentiras sobre fatos científicos ou fazer qualquer apelo emocional. Até aqui não sei se dou risada de todo esse ódio e preconceito.

Certamente sua pilhéria parecia risível, mas não... Não foi nada engraçado, Sr. André. 

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