O engraçado é que a maioria são ateus, que quando algum religioso vai abrir a boca para falar alguma besteira, eles correm para pedir fontes e caçar as falácias. Mas não possuem qualquer preocupação ou compromisso com a verdade quando o assunto favorece algo que eles consideram correto e aceitável sem ao menos se permitirem pensar no caso.
Extraído do original Veganismo Desmascarado
Primeira Parte
Segunda Parte
Experimento com animais
Esta é a última parte sobre o desmascaramento da religião
pós-moderna do veganismo.
To vendo como o
fodão aí desmascarou alguma coisa. Na verdade só me fez pensar como quem mentiu
com grau de fanatismo extremo aqui foi ele.
Vimos que vegans agem que nem religiosos fanáticos ao não
saberem (e nem se interessarem em saber) sobre conhecimentos básicos de
bioquímica, de mentirem descaradamente – querendo que as mentiras sirvam de
embasamento para o rol de bobagens que pregam – e como a alimentação vegan é
tão rica e nutritiva que eles vivem necessitando de suplementos alimentares.
Você tirou essa
conclusão baseada unicamente na falácia da generalização apressada. E não
demonstrou qualquer bom argumento, só ofendeu e mentiu sobre nutrição. Quem
mentiu foi você ao afirmar que consumir frutas, verduras e legumes não fazem
bem para a saúde e ainda por cima dizendo que só a carne contém vitaminas do
complexo B. Uma mentirinha tão estúpida e bobinha de ser desmentida. E nossa,
eu não sabia que eu necessitava de suplementos. Tire isso do plural, a única
coisa que eu suplemento é a B12 mesmo. De resto, não tenha dúvidas que minha
alimentação é excelente e meu treino muscular agradece. Você também omitiu o
fato de que muitos alimentos industrializados são fortificados. Porque não
fosse isso o ogrinho do bifinho ia ficar sem iodo e ácido fólico e ia ter que
suplementar também.
Vimos também que a falsa preocupação que eles têm para
com animais é apenas especismo, o mesmo especismo que acusam as pessoas
onívoras.
É recomendável que
você releia o que é especismo, porque você não entendeu foi nada. Eu não sabia
que preocupação com animais significa especismo e tampouco entendi por qual
motivo é inválido que qualquer pessoa desse planeta se preocupe com animais,
sendo ou não vegano. O que me choca mesmo, é como um cara que tem um site onde
disponibiliza explicações científicas pode agir dessa maneira, fazendo chacota
e tirando sarro de veganos por pura leviandade parecendo um adolescente tentando
puxar o tapete do coleguinha na escola.
Alegam, mediante uma arrogância em níveis
estratosféricos, que são mais éticos num mundo onde a ética não existe per se,
mas não se dedicam a defender animais como lacraias, baratas, insetos e outros
tipos de animais.
Ah, ele reclama da
arrogância de alguns mas ele nem pensa em eliminar a própria arrogância dele e
tratar as pessoas com mais respeito. Aliás, Sr. André, a ética cabe somente aos
agentes morais. Não tem qualquer cabimento falar em ética visando dar lição de
moral em animais não humanos. E no nosso mundo, a ética existe sim e é graças a
ela que podemos praticar a cidadania e respeito com as pessoas – mesmo que,
infelizmente nem todos pensem em praticar a ética do bem.
Inacreditável ler
isso. Olha, Sr. André, eu não sei de todo mundo mas EU me preocupo com os
insetos sim. O ser humano tem atrapalhado bastante o ecossistema deles, podendo
levar até insetos à extinção, como os pirilampos. Se alguma coisa atrapalha o
ecossistema, ela merece completa atenção. Não sei que "outros"
animais são esses, mas não é um sentimento de empatia que me faz simplesmente
me preocupar com insetos e os outros animais e sim o fato de alguma coisa muito
séria estar acontecendo com o ecossistema. Se não gostamos dos bichos, então os
odiamos? Novamente esse 8/80 de ame-me ou deixe-me. Ele só pode estar falando
dele mesmo, não é possível. Ele mesmo não deve gostar de nenhum desses insetos
e tirou conclusão pelo mundo inteiro.
Observamos também que a filosofia embusteira que usam fecha
seus olhos quando defendem animais, mas esquecem que durante a colheita de seus
preciosos vegetais, milhares de animais morrem, quer sob o efeito de
inseticidas (naturais ou não), quer seja por causa das colheitadeiras que matam
ratos, pássaros, insetos etc.
Em primeiro lugar,
você é a última pessoa desse planeta que eu perguntaria algo sobre filosofia.
Você simplesmente não consegue pensar em nada fora da caixa. Gostaria de saber
qual filosofia embusteira é essa, porque até aqui eu só li mentiras e escárnios.
Então, vamos lá,
destrinchar esse papo furado novamente. É por isso que eu reforço a tese de que
esse cidadão só pode estar de brincadeira que acredita mesmo em tudo que
escreveu, mas em fim.
1) De onde vem
essa informação de que milhares de animais morrem nas colheitas? Você poderia
colar uma fonte pra gente analisar melhor porque, não sei se você sabe, mas não
se pode matar animais aos milhares assim sem mais nem menos. Quer uma prova
ínfima disso? Leia essa notícia que um agricultor decidiu matar os pombos da
plantação e zás! Até na polícia isso foi parar. Fazer esse tipo de coisa pode
agregar problemas para o ecossistema, Sr. André porque esses pombos
envenenados, podem contaminar outros animais que se alimentam deles como
raposas e cobras e nós não queremos um desequilíbrio ecológico, certo? Além do
mais, eu não sei se você já ouviu falar em espantalhos, Cds (para refletir a
imagem deles) e ar comprimido, das quais todas são técnicas para afastar
pássaros e outros animais da plantação, pois elas causam estragos. Pode ser
mesmo que as pessoas nem saibam que exista a técnica do ar comprimido, que
simula um revolver que dispara, faz barulhos para assustar e afugentar os pássaros e outros animais.
2) Se milhares de
gafanhotos, por exemplo, entrarem numa plantação, fodeu! Seria o suficiente
para ocorrer o que se conhece como praga. E além dessas pragas destruírem as
plantações, elas ainda prejudicam a vida de outras espécies de insetos e
animais que vivem em árvores. Não é nem que deixar esses insetos destruírem a
plantação, Sr. André. Eles DEVEM ser combatidos, porque senão, até o ogrinho do
bifinho fica sem as misteriosas e milagrosas outras fontes de proteína que
nenhum outro vegetal possui.
3) Sobre os ratos,
eu realmente me pergunto o que faz esse cara pensar que existem milhares de
ratos numa plantação, e pior: vivendo dentro delas com famílias de ratinhos.
Isso também seria o suficiente pra causar uma praga. Na verdade, o maior
problema dos agricultores é quando os grãos estão encaixotados e os ratos podem
roer e destruir tudo. Os ratos não vivem dentro de plantações porque eles
preferem galpões, coqueiros e qualquer lugar onde possam se instalar escondidos
de predadores. Depois, não são todas as plantações que os ratos
"gostam", por assim dizer. Eles preferem milho, arroz, coqueiros, e
qualquer coisa que eles possam roer. É recomendável que se proteja as
plantações para que os ratos nem entrem nela.
Ele deve achar que
os agricultores saem plantando a esmo pronto, milhares de ratos se instalam lá
e fim de papo. E as olavettes, digo, andrezzetes, mal se dão o trabalho de
pesquisar um assunto tão bobo desse, saem abraçando qualquer cagação desse cara
achando que agora deram bons motivos para as pessoas comerem carne.
Nem sempre podemos
evitar que os animais morram, Sr. André, por mais que os afastemos de
plantações. E grande coisa. Isso em nada anula o fato de questionar a ética do
ser humano em escravizar outros animais por pura vontade de fazer isso quando
podia ser evitado.
Mas, a religião vegan só quer saber dos mamíferos, por
causa da simpatia adquirida durante o processo evolutivo.
Essa é aquela hora
que você fica um minuto em silêncio, nem sabendo o que responder pra uma
grosseria dessas. Os ratinhos citados anteriormente neeeeeeem são mamíferos
[ironia mode off], já que o cidadão não entende ironias.
E considerando que isso já explica o porque dos vegans
agirem assim – o que eles negam com veemência – a conclusão óbvia é que os
seguidores dessa nova religião tenderão ao Criacionismo.
Ah, claro, claro,
hahahah! Eu vou até copiar e usar isso aqui como um mega e ótimo exemplo de non
sequitur. Como é que respondemos uma falácia, hein? Um argumento sem validade
alguma, onde a premissa é falsa e a conclusão pura obra de piração da cabeça
desse cara. Aliás, ele realmente botou uma fé que a única razão, dentro da
complexidade humana, pelas quais um cidadão deseja a liberdade dos animais é
porque eles são fofinhos e cute cute. Eu acho que vou lá pedir uma opinião pro
pessoal do projeto salvem os tubarões. Com certeza eles fazem tudo que fazem
porque acham os tubarões fofinhos e cute cute.
Afinal, um Projetista Inteligente não fez o mundo para
que nos matemos uns aos outros, e sim nos alimentarmos de vegetais, como é dito
no Gênesis; mesmo porque, os tigres transportados pela Arca de Noé devia comer
sucrilhos Kellogg’s.
Agora ele enfia
uma fábula bíblica pra fechar com chave de ouro. Bela imaginação Sr. André.
Agora, nesta última parte, veremos a maior canalhice,
hipocrisia e completa falta de vergonha na cara desse pessoal: Quando vegans
querem impedir a Ciência de progredir, por causa dos experimentos com animais.
Só faltam querer usar aquele lixo de livro pseudocientífico da Fundação
Templeton para ensinar Ciências nos colégios. Antes, contudo, de entrarmos no
verdadeiro assunto em questão, deixem-me explicar umas coisinhas básicas sobre
a pesquisa científica.
Lá vem ele, o
único que sabe tudo sobre ciências e cometeu um monte de falácias. Até misturou
esse assunto com ensino religioso. É o André no país das maravilhas, ou seja, a
imaginação fértil dele.
A começar, existem dois tipos de Ciência. A Ciência Pura
e a Ciência Aplicada.
A minha é ciência
formal, um tanto engraçado para minha pessoa falar de biologia.
Ciência Pura versa apenas o conhecimento de nosso sistema
natural (e isso inclui todo o Universo) e conceituações matemáticas. Assim,
estudamos estrelas, planetas ou a menor partícula subatômica da mesma forma que
estudamos sobre conjecturas como as de Fermat ou sobre o número Ômega.
Estudamos o comportamento dos animais e como os rotíferos bdelóideos resolveram
não fazer mais sexo há alguns milhões de anos. Ponto. Ciência Pura não tem uma
“utilidade”… ao menos, não uma utilidade do modo como você pensa, e nem é uma
“utilidade” imediata. Assim, para que estudar tais coisas? Deixemos isso de
lado por enquanto.
A Ciência Aplicada, em contraposição, fornece-nos
utilidades práticas para o dia-a-dia. É através dela que desenvolvemos novas
tecnologias que serão aplicadas em nosso benefício, como um forno de
micro-ondas. Dessa forma, por que não estudar apenas coisas que nos sejam
diretamente úteis? Ponto de interrogação.
Voltemos à Ciência Pura. Quando os cientistas avançaram
para o mundo da Mecânica Quântica, a Física Moderna se distinguiu da chamada
Física Clássica (a de Newton, sabem?). O mundo quântico é estranho e as
previsões eram absurdas, como por exemplo: Se você quiser observar o
comportamento de alguma coisa, só em você estar observar altera o comportamento
dessa coisa. Mal comparando, é como você querer ver o que sua vizinha faz ao
sair do banho (notem que vizinhas sempre são úteis em experimentos mentais,
ainda mais quando nossas esposas não são telepatas), invadir a casa dela e
ficar sentado numa cadeira bem de frente pro banheiro. Ao sair enrolada numa
toalha e dar de cara com você, meu caro tarado pesquisador, ela não agirá
naturalmente. No mínimo vai te convidar pra uma cerveja e no máximo ligar pra
polícia, com a opção de pegar um revólver na mesinha perto e te encher de tiro.
Da mesma maneira, o mundo quântico é cheio de surpresas, e uma dessas surpresas
é o efeito fotoelétrico, o mesmo efeito que impede que você tome uma trombada
da porta do elevador ou banque o “Abra-te Sésamo” na porta de algum Shopping
Center. O que era apenas aprendizado sem utilidade passou a ser empregado de
forma útil, da mesma maneira que o estudo de ondas eletromagnéticas propiciou o
uso do radar e, quando Percy Lebaron Spencer estudava como melhorar seu
desempenho viu que o chocolate que ele tinha no bolso tinha derretido,
evidenciando a ação de certas emissões eletromagnéticas conhecidas como
micro-ondas.
Mas o que isso tem a ver com vegans?
Cientistas precisam fazer experimentos.
O cara se deu ao
trabalho de explicar conceitos científicos para no fim das contas concluir que
a ciência precisa fazer experimentos, como se ninguém soubesse disso.
Mesmo físicos teóricos necessitam estudar experimentos já
existentes para estudar os acertos e falhas de suas teorias.
Não brinca? To
chocada, se não fosse por você eu jamais saberia disso, viu!
Médicos, químicos, farmacêuticos, biólogos etc. não vivem
sem experimentos. E quando o experimento visa à criação de um remédio, há um
problema: como testar se o remédio realmente faz o que deveria fazer? O que
comumente se faz é um teste bioquímico, depois uma construção de modelos
computacionais, para em seguida fazer-se experimentações em animais e só depois
em humanos. Só que os fanáticos da religião vegan acham que isso é um absurdo,
a ponto de chamar cientistas – que estudam por anos a fio, pesquisam, investem
tempo, conhecimento e nem sempre recebendo financeiramente por toda essa
dedicação – de assassinos, psicopatas, torturadores, maníacos etc.
Gente... Olha o
que esse cara está fazendo, colocando palavras na boca das pessoas. Sr. André,
ocorre que não existe qualquer problema em questionar os testes em animais. Por
que diabos isso não é moralmente aceitável? Ninguém está tirando qualquer
mérito de cientistas. Sabemos da importância da ciência, temos conhecimento dos
avanços dela que são essenciais para a humanidade e até para os animais.
Sabemos ainda que boa parte de todos os avanços foram conseguidos testando em
animais. Ninguém se refere aos cientistas a esses termos chulos e torpes como
se eles merecessem ser moralmente rebaixados. Sabemos que os cientistas
realizam um trabalho sério e que infelizmente ainda são dependentes de fazerem
testes em animais. Tudo tem limites. No passado também faziam testes em
humanos, em crianças... Infelizmente todo avanço tem algo a ser criticado. Não
é só porque atualmente não há saída que os testes em animais não devem ser
questionados, Sr. André. Isso, inclusive é discutido no meio científico e
muitos cientistas trabalham para criar métodos alternativos. Acredito sim que
no futuro os animais não serão mais usados para fazer testes.
É gritante a extrema imbecilidade de um bando de idiotas
que mal terminaram o Ensino Médio, ou quando muito estudaram uma faculdadezinha
vagaba, sem nunca produzir nada, nenhum um único artigo pro jornaleco da
faculdade, quanto mais um artigo pra Nature, Science, PNAS etc! Não passam de
um bando de apedeutas que só porque se acham melhores do que os outros por comerem
alfaces, achando que a espécie humana é melhor que todas as demais e deve zelar
pelos animais, enquanto chamam os outros de “especistas”. Normalmente a
religião se sobrepõe à razão.
Aqui temos um
misto de apelo à hipocrisia, ad hominem, generalização apressada... “Zelar
pelos animais”, mais uma besteira saída da mente rocambolesca do cidadão.
Mas quanto ódio
nesse coração, Sr. André! Relaxa, baby, vamos ouvir um jazz e ser feliz? Comer
carne não é o supra sumo da alegria, mas talvez jazz seja ;-)
Da mesma forma que não se pode mostrar a um seguidor do
Ministério da Arca de Noé (sim, isso existe), que toda aquela bobagem de Noé e
sua bicharada é um atentado ao bom senso, tendo todas as evidências geológicas
e arqueológicas mostrando que aquilo não passa de crendice, não se pode
convencer a um fanático seguidor da religião do Brócolis Sagrado que o
desenvolvimento da medicina precisou, precisa e ainda precisará por um bom
tempo do experimento com animais.
Perfeito! Nós
sabemos disso. Infelizmente tem coisas que demorarão muito tempo para mudar.
Nada muda de uma hora pra outra, a mudança pode ser lenta, mas o que podemos
fazer é nos esforçar pra essa mudança acontecer.
Mais ainda: é impossível convencer a alguém que vive numa
fé cega que cientistas NÃO SE DIVERTEM fazendo isso. Se vegans tivessem um
mínimo de humildade (ou capacidade cognitiva) de ler artigos e blogs de
cientistas de verdade, ao invés daquele monte de lixo similar ao GoVegan,
teriam visto o comovente relato do Rafael do blog RNAm, onde ele fala sobre o
dia que teve que sacrificar um de seus ratos.
Sim, Sr. André,
temos total consciência que não deve ser gostoso e nem divertido pra nenhum
cientista ter que fazer testes em animais. Ainda mais porque muita gente sente
empatia, mesmo que se faça tudo para amenizar o sofrimento animal. Só gostaria
de entender de onde o Sr. foi tirar essas conclusões nonsenses. Pelo visto você
é incapaz mesmo de debater um assunto sem agressividade e se recusa a pensar
fora da caixa. Cada vez eu me convenço mais disso. Mas a mim não me cabe fazer
qualquer julgamento a você, pois não te conheço e a única coisa que vejo de
você são as publicações em seu blog. Muitas coisas bem interessantes, mas ainda
sim, seriam muito mais interessantes se você descesse do pedestal e aprendesse
mais a conversar, ouvir as pessoas, estudar e ler mais sobre cada caso.
Mas, da mesma forma que os seguidores do Silas Malafaia
só entram em sites céticos para espalhar seu monte de besteiras, sequer lendo
(e muito menos entendendo) os artigos postados, os fanáticos religiosos da
seita da Santa Alface jamais lêem coisas nesse sentido, ou se lêem é para
xingar o pobre cientista, responsável por ajudar a salvar as vidas desse
pessoalzinho que deveria rasgar as roupas e ir morar numa savana, sendo éticos
e amorosos com a fauna selvagem de lá. Garanto que os leões os convidariam para
o jantar.
Novamente, Sr.
André, é insustentável esse argumento de que a moralidade humana deve ser
comparada com o mundo selvagem. É incabível uma coisa dessas. Humanos podem
questionar, podem estudar, podem se auto questionarem. Por que diabos devem
ignorar fazer estes questionamentos só porque o mundo selvagem é selvagem?
A ética só cabe a
nós, humanos... Nós podemos e devemos questionar a nossa atitude diante de
outros animais e não deixar de fazê-lo porque animais não possuem os mesmos
discernimentos sobre ética do que nós, Sr. André. Isso é incabível! E outra
coisa, quem aqui está desrespeitando o “coitado” do cientista? Carece de
qualquer sentido usar esse apelo emocional. Ninguém pretende desrespeitar os
cientistas, a menos que eles deem bons motivos para tal como qualquer um nesse
mundo. Ninguém pretende negar a importância e o impacto que a ciência tem em
nossas vidas, Sr. André. E muito menos alguém está aqui pra fazer chacota do
trabalho da ciência. Ao contrário, retirar os animais dos testes científicos é
uma baita evolução, não acha?
Vegans são tão ridículos e dissimulados que marretam
todos os cientistas, mas na primeira dor de cabeça correm pra farmácia.
Religiões são todas iguais: a hipocrisia é algo tatuado bem fundo no ego desse
pessoal.
Novamente esses
xingamentos e ofensas. Sr. André, tudo tem limite. Nenhuma causa é perfeita,
nenhuma filosofia de vida está livre de críticas. O veganismo tem limites
também. Não é possível sempre boicotar tudo, infelizmente ainda não. Mas isso
não invalida o fato de questionar nossas atitudes diante de animais não humanos
e simplesmente não querer mais consumir produtos de animais. Nem carne, nem
secreções e nem produtos feitos de pele animal. Qual o real problema nisso?
Ninguém é obrigado a aceitar moralmente que se faça animais de escravos,
sobretudo quando o outro lado replica usando falácias naturalistas. Tudo começa de baixo
pra cima, Sr. André. Não dá pra construir uma casa de cima pra baixo. Tudo tem
um começo e o veganismo não é diferente de nenhum movimento que tenha surgido
pelo mundo.
Vendo a conversa de alguns desses seres ensandecidos,
vejo que chamam cientistas de “nazistas”, por ofenderem pobres ratinhos. Assim,
o que eles sugerem? Que se usem… CRIANÇAS HUMANAS! Oh, admirável Mundo Novo!
Claro, por que não? Criancinhas famintas da África, que não teriam chance de
qualquer forma, pois a mortalidade infantil em muitos daqueles recantos é tão
elevada, poderiam servir à Ciência, pois não?
Gente, agora ele
desceu mais ainda o nível de suas conclusões estrambóticas e sem fundamento
algum. A questão é muito simples, meu caro, se não é ético testar em animais
que possuem interesse em viver, por que seria ético testar em animais humanos?
Claro, claro! Que tal arrancarmos crianças da mão de
mulheres na rua? É odioso, o pensamento vegan e eu nem lamento que estes débeis
mentais idiotizados por sua religião estúpida sejam assim.
Quem tirou essa
conclusão ao sabor da incrível imaginação foi você mesmo. Eu jamais pensaria em
usar humanos em experimentos. Ninguém está dizendo que animais não humanos são
melhores que humanos e humanos são melhores que animais não humanos. Sandice
pura, tudo coisa da sua imaginação. Toda essa maldade, que fique bem claro,
surgiu da mente do cidadão aí.
Ainda que essa
besteira toda se configurasse, crianças desnutridas vão ajudar muito os
cientistas, não?
Eu lamento é por ver muitas vezes estes retardados terem
liberdade de espalhar seu monte de merda, por causa de um tosco argumento de
“liberdade de expressão”, no qual se baseiam para ofender qualquer um, mas
quando mostramos o quanto são idiotas ficam de choradeira dizendo que estão
tornando o mundo mais ético.
Ah, a liberdade de
expressão é um argumento tosco? Então posso fazer uma campanha pra detonar a
SUA própria liberdade de expressão de fazer xingamentos e organizar uma
campanha pra fazer denúncias em massa da sua página até ela sair do ar pra
derrubar o seu direito de liberdade de expressão e calar a sua boca? Queria ver
uma cambada de teocrata em fúria, loucos para derrubar a sua página e censurar
você pra ver se ia gostar. Agora queria só entender – já que você não explicou
– por que diabos a liberdade de expressão é um tosco argumento.
Argumento bom é
xingar e ofender as pessoas como você está fazendo. Argumento bom é agir com
desonestidade intelectual e comparar a atitude do ser humano com a dos outros
animais. Argumento bom é mentir sobre nutrição e prestar um desserviço de
informação fazendo falsas afirmativas contra pessoas que adotam estilo de vida
diferente do seu.
Um cara como você
é a última pessoa do mundo que pode exigir respeito de alguém.
É essa mesma liberdade que estes fanáticos são contra,
pois se dependesse dessa corja, a Ciência ainda estaria na Idade Média, basta
analisar o monte de besteira que dizem. Mas os cientistas é que são maníacos
nazistas. Eu processaria se algum imbecil que ousasse falar assim de mim.
Isso você teria
que provar. Como você não o fez, ainda continua sendo papo de sua imaginação.
Até agora só vi você mesmo dizer isso.
Estes imbeciloides continuam usando remédios, vestem-se
com roupas de lã, não se importam que vários animais morreram durante o cultivo
de suas comidinhas (agrotóxicos), nem durante a colheita (quando ceifadeiras
matam muitos animais pelo caminho) e nem mesmo sentem remorso de usar um
inseticida.
É... Remédios só
mesmo quando raramente eu preciso. Motivos pessoais mesmo, eu acho triste a
sociedade se escorar em remédios para resolução de todos os problemas. Mas ok,
isso foi só um questionamento da minha parte. E como eu disse, tudo tem limites.
Não podemos boicotar tudo, mesmo que a empresa não teste em animais. Nenhum
movimento é livre de problemas, as coisas acontecem aos poucos até conquistarem
sua finalidade.
Ivan Pavlov, sabe?
Aquele dos cachorros? Fez muitos testes em crianças. Aliás, naquela época, os
cientistas faziam o que queriam. Não havia necessariamente aquela ética, como a
lei Auroca que vistoria como estão tratando os animais nos laboratórios.
Partindo dessa mesma lógica, humanistas seculares estão blefando. São uns
hipócritas de defenderem humanos e continuarem usando remédios cujas fórmulas
foram um dia testadas em humanos no passado. NÃO DÁ, Sr. André. Somos escravos
do agronegócio e das indústrias farmacêuticas.
Hipocrisia, teu nome é veganismo!
Aqui, ele tenta
renomear uma palavra concluídas da própria imaginação dele.
Está na hora de terminar o artigo. Não tenho ilusões de
algum vegan venha aqui discutir comigo e desmentir cada ponto que eu abordei e
muito menos aparecer om argumentações convincentes e/ou artigos isentos provando
suas alegações. Isso nunca acontece nos meus artigos, no máximo é o mimimi
sentimentaloide de sempre.
Até desanima
discutir com você, um cara que destrata todo mundo e não tem o menor respeito
por ninguém. Cheio de ofensas, xingamentos, grosserias, é altamente
recomendável que ninguém vá mesmo à sua página discutir com um grosseirão
incivil como você. Qualquer coisa que dissermos você xingará e fará escárnios
como bem manda sua imaginação, produto de uma cabeça que se recusa a questionar
e pensar além. Não tem cabimento discutir com quem não tem a mente aberta para
qualquer questão desse mundo.
Mas, como vão discutir? Falta-lhes conhecimento,
falta-lhes cultura, falta-lhes subsídios e, pior, falta-lhes vergonha na cara
de assumir o que realmente são: um bando de tolos iletrados que seguem modinhas
e não sabem nem de coisas simples sobre seu próprio sistema digestório, nem
sobre o mundo animal, nem sobre conceitos éticos e nem sobre pesquisa
científica.
Conhecimento?
Falta mesmo é você parar de tirar baboseiras de sua imaginação, Sr. André. Mas
eu tenho uma quase certeza que se um dia ele calhar de ler isso, vai me xingar
de tudo quanto é nome, pois foi o que ele mais fez nessa pilheria toda que ele
chama de estudo.
Não obstante, estou aqui e pronto para debater, mediante
argumentos sólidos e pesquisa embasada com artigos publicados em periódicos
indexados sérios e isentos. Quem será o primeiro a tentar?
Pronto para
debater xingando os outros? Pois é tudo que eu vi você fazer. Eu mesma me senti
coagida ao ler esse festival de grosserias e esse monte de conclusões absurdas
tiradas de sua imaginação. Você deveria pensar um pouco nas coisas que fala. Eu
não estou aqui pra “ganhar” de ninguém e muito menos pra tentar desmoralizar
alguém. Ao contrário, o que me interessa são argumentos e conhecimento, coisa
que não vi em nenhum momento de sua parte. Eu não faço a linha moralista, não
tenho o menor interesse em usar de baixarias pra explicar educadamente a
qualquer pessoa os motivos pelos quais seria pertinente e vantajoso excluir
carne e derivados da alimentação sem precisar contar mentiras sobre fatos
científicos ou fazer qualquer apelo emocional. Até aqui não sei se dou risada
de todo esse ódio e preconceito.
Certamente sua
pilhéria parecia risível, mas não... Não foi nada engraçado, Sr. André.

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