A primeira parte está aqui.
A terceira parte está aqui.
Extraído do original Veganismo Desmascarado
Sobre a preocupação com os animais
Na página anterior, eu demonstrei que a religião vegan
não entende nada de bioquímica, não sabe nada sobre fisiologia e muito menos
sobre criação de gado.
Você supôs um
monte de bobagens da sua imaginação e saiu cantando vitória se achando o pica
das galáxias, o cara revolucionário que desmascarou o veganismo. Cagou um monte
de regras como se fosse o dono supremo de toda verdade sobre ética e moralidade
humana.
Se seus adeptos entendem, possuem falta de caráter ao
deturpar as informações. Agora, vamos no ponto que realmente é nevrálgico a
eles: a preocupação com o direito dos animais.
Ah, quer dizer que
me falta caráter? Você deturpou quase todas as informações e omitiu fatos e em
nenhum momento eu afirmei que lhe falta caráter. Mas o que te falta é vontade
de pesquisar mais sobre o assunto. E nossa, André, uma salva de palmas pra
você, que tirou essas conclusões estúpidas novamente usando a falácia da
generalização pensando que ninguém se preocupa com os direitos dos animais.
A essa altura, eu estou sendo taxado como um maníaco
antiético, porque eu provei que alimentação vegan é não-natural.
Hã? Você conhece a
dieta de cada pessoa vegana que existe no Brasil pra afirmar que não é natural?
Aliás, comer salada, legumes, arroz, feijão, coisa bem típica do prato
brasileiro não é nadica de nada natural, né? Natural mesmo é encher a
geladeira com alimentos industrializados cheios de corantes, aditivos, açúcar,
sódio, gordura até o talo e se enfartar de comer isso até passar mal, não?
Afinal, pessoas éticas devem ter respeito para com
animais, certo?
Podemos
destrinchar um monte de assuntos sobre ética, Sr. André. A ética não envolve só
animais, mas funciona também com determinados assuntos, inclusive podemos usar
a ética para escrever artigos sem ofender e sair cagando regras pra todo mundo
como se fosse o detentor da verdade irredutível.
Mas o que é ética e o que ela tem a ver com o mundo
natural? E por que eu estou mencionando mundo natural?
Aqui, o sujeito
urbanóide que nunca viveu uma vida natural na selva e compra o bifinho dele no
mercado está novamente insistindo na falácia naturalista pra justificar que só
porque o mundo natural é cheio de predadores o ser humano tem que agir da mesma
forma. Aliás, vírgula, porque a pecuária não age dessa forma. E pior ainda
quando o ser humano tem pleno conhecimento de como os animais são tratados e
acham ruim quando algumas pessoas se posicionam a favor da libertação deles.
É um assunto vasto e denso; então, procurarei resumir,
sem ficar muito raso. Inúmeros tratados foram escritos sobre Ética, desde os
tempos de Aristóteles. Cada um dando o seu palpite, mas que – em última análise
– trata-se das relações do homem com a sociedade na qual ele está inserido.
Olha o
conhecimento do cara sobre a filosofia, cada um “dando um palpite”. Vamos ver
se na conclusão disso sai pelo menos algo que preste. Acho que ele ainda não se
ligou que a filosofia questiona muitas coisas nesse universo até a relação
homens e animais.
Ou seja, é um conceito extremamente subjetivo, pois o que
pode parecer ético em uma sociedade pode não o ser em outra.
Falou, falou e não
disse nada. Que conceitos são esses? Porque muitas coisas, de maneira
universal, devem funcionar para todas as sociedades. Por exemplo todo ser
humano tem direito à saúde, educação, liberdade, igualdade... São conceitos
filosóficos que não são novos pra ninguém e muitos desses conceitos funcionam
mundialmente para o bem estar em comum da sociedade. Quer um exemplo disso? A
escravidão, que existe na natureza e o ser humano aboliu esse conceito de sua
ética mundialmente à medida que a sociedade evoluiu e foi pressionando outras
mais atrasadas. Outra coisa foi a reforma psiquiátrica, que foi estabelecida
como um bem estar de toda a população do mundo. Aliás, existem muitas causas
que tratam de um interesse comum de toda a sociedade mundial, os direitos
humanos são um exemplo disso. Percebam que aqui ele começa a falar besteiras
sobre os agentes morais. É estupidamente simples, Sr. André. Se sabemos que
escravidão não faz bem para os humanos e que viver preso não faz bem para
nenhum animal, seja humano ou não, por que então continuar deixando uns
aprisionados e os outros livres? Não existe qualquer bom motivo pra sermos
especistas senão alimentar a própria sofisma humana.
Assim, a sua relação com seus vizinhos será diferente da
relação de um beduíno com os seus primos, ou de um tibetano com os moradores da
mesma vila.
Nossa relação será
diferente por diversos fatores, e o principal que vejo aí são as nuances
culturais de cada lugar.
Ética é uma coisa, moral é outra e justiça é outra
totalmente diferente, e nenhuma delas está diretamente relacionada com as
demais. O que rege tudo isso é a evolução comportamental de um determinado
grupo em questão. Assim, quando você mata um indivíduo, trapaceia, rouba
velhinhas, bate em aleijados, estupra crianças, entre outras coisas lindas
desse quilate, você está saindo do que a sociedade onde você está inserido tem
como parâmetro de “certo”. Você queda-se à margem da sociedade, tornando-se um
marginal (etimologicamente falando). Mas nem sempre a falta de ética é motivo
para punição.
Todos nós temos
liberdade desde que isso não prejudique a liberdade de outrem e nem cause mal
para a sociedade e para você mesmo. Ainda sim, não entendi porque todo esse
assunto veio à tona. Isso parece aquele estranho argumento dos casos marginais.
Você simplesmente acha inválido questionar qualquer moralidade que desconstrua
achar correto fazer os animais de escravos para consumo humano, sem dar um bom real
motivo pra isso. É a mesma coisa que faziam com as mulheres no passado,
afirmando que elas naturalmente não pensavam e não podiam ingressar numa
faculdade simplesmente por serem mulheres.
Sendo um médico, é antiético você falar mal de outro
profissional, mesmo que o outro seja um salafrário, cachorro, estúpido,
ridículo, bandido, sem-vergonha, trapaceiro, ladrão e explorador de pessoas
doentes, fazendo com que os tratamentos sejam longos, dando diagnósticos
errados (por imperícia ou mau-caratismo mesmo). A ética médica regula isso,
mesmo que você queira ser honesto e alertar o paciente, isto é, por mais que
você queira agir certo, você é impedido por princípios éticos de sua profissão.
É errado, mas não culpem a mim por isso.
Pois é. E você
aceita isso como se fosse uma verdade inquestionável? Patch Adams serve como um
famoso exemplo de pessoas que ousaram pensar além. Aliás, até aqui no Brasil tem
o Saúde e Alegria. E isso não é errado,
Sr. André. Errado é não querer evoluir e aceitar tudo sem questionar. Não está
errado que nós, humanos, completamente capazes de exercer éticas e direitos, possamos
ter conhecimento do comportamento animal e entender que eles possuem senciência
e interesses próprios.
Isto posto, vamos fazer uma viagem ao mundo natural. Por
que seria antiético André comer um bife? A resposta na ponta da língua vegan
seria por causa do sofrimento do animal. Hummm, ok. Então, vejamos a imagem
abaixo:
Não, a resposta não está prontificada como “sofrimento
animal” como sendo este um argumento válido. Novamente você usou a falácia de
generalização apressada.
Leões se banqueteando com um búfalo. Fazem ideia do que é
ser atacado por um leão? Ser rasgado vivo e o bicho começar a devorá-lo, quando
a presa nem ao menos morreu direito… não deve ser algo agradável. Bom, até que
é agradável… pro leão! Ele precisa comer, e, não, a Natureza não é boazinha.
Existe, inclusive, o caso de formigas que escravizam (sim, você leu certo!)
outras formigas. Pois é, não é só o ser humano que é canalha, mas quem disse
que o mundo natural tem que ser delicadinho?
Sim, formigas
escravizam e infelizmente essa foi a realidade de milhões de humanos ao longo
dos séculos, e ainda é. Mas à medida que a sociedade evoluiu, e o movimento
abolicionista foi ganhando mais adeptos, a escravidão teve que ser extinguida.
E isso deixou muitos escravistas putos da vida, pois os mesmos afirmavam,
baseado nesse argumento dos casos marginais misturada à falácia naturalista, que
alguns humanos nasceram naturalmente para servir outros humanos mais evoluídos
culturalmente. Não sei qual fundamento tinha isso, mas ainda há quem jure que
existem culturas superiores às outras. E não, Sr. André, não podemos extrair
qualquer moralidade de fatos naturais. A moralidade cabe inteiramente ao ser
humano que é completamente capaz disso e consciente de suas ações. E por essa
razão, carece de qualquer sentido questionar se a atitude de leões banqueteando
um búfalo é correta, ética ou não. Isso cabe só a nós, agentes morais, e não é
só porque o mundo selvagem ‘é selvagem’ que não podemos analisar a conduta do
ser humano diante de outros animais.
Claro que isso poderá abrir margem para uma falácia da
falsa dicotomia. Não justifica o caso que um ser humano possa escravizar outro.
Lembram-se do conceito de Ética dado acima?
Falsa dicotomia?
Você se perdeu no próprio texto cheio de bobagens que produziu não sabendo como
concluir por quê é eticamente inaceitável fazer escravos da mesma espécie que a
nossa, mas fazer os animais de escravos é perfeitamente aceitável. Foi uma boa
tentativa de sair pela tangente. Partindo desse sentido, a seleção natural que
você insiste em passar na frente de tudo, da ética e dos agentes morais que
somos nós mesmos, permite que façamos escravos e coloquem as mulheres novamente
para servirem aos homens porque supostamente nasceram pra fins reprodutivos e
isso não tem como mudar porque a seleção natural é assim mesmo mimimi, natureza
não é ética mimimi. Seu texto sobre ética tampouco disse nada sobre isso.
Pois bem, há alguns anos, não era nada antiético ter
escravos. Aliás, em algumas culturas é plenamente normal ter escravos (na
Antiga Atenas, cerca de 80% da população era constituída de escravos, e nem
Aristóteles ou Platão escreveram uma linha contra isso. Pelo contrário!); no
entanto, como eu falei antes, o que é “normal” numa cultura, pode não ser em
outra cultura. Quanto à Natureza? Ela está pouco se lixando se você mata o seu
vizinho ou não. Alguns insetos até travam guerras entre si.
A natureza nem tem
que entrar no escopo argumentativo, afinal, ela é só uma referência do que
ocorre no mundo físico. A natureza não é uma entidade viva com um coração
batendo, portanto, esse argumento de “ela está pouco se lixando” é duplamente
falso porque, primeiro, a natureza não deve ser questionada moralmente e muito
menos dessa maneira, como se ela fosse uma entidade viva que dá as costas para
o que acontece no ecossistema. Segundo, não precisamos saber o que existe na
natureza pra questionar a nossa conduta diante de outras espécies de animais.
Portanto, se você quer argumentar alguma coisa, comece tirando esses termos
perniciosos do seu dicionário e questione moralmente quem deve e pode ser
questionada: a SUA própria espécie.
Há algo de errado na Natureza? Talvez não. Vida se
alimenta de vida para continuar viva. Não importa o quanto achemos que um
coelhinho se eu fosse como tu seja fofinho. Harpias não só os acharão fofinhos,
como deliciosos:
Não, Sr. André. Harpias
– até onde se sabe – não possuem as mesmas capacidades cognitivas que nós para
achar um coelhinho “fofinho”. E eu creio que você é a ultima pessoa do mundo
que pode entender se a harpia está achando o coelho delicioso, já que isso
também é uma sensação totalmente baseada nos sentidos humanos. E agora é que eu
realmente queria entender se ele quis dizer que, afinal, só porque harpias
comem coelhos, nós temos licença para escravizar os animais naturalmente e agir
com especismo. Esse é o melhor argumento que você pode dar? Desculpe, eu achei
completamente nonsense e risível. Agora o veganismo será desmascarado porque
harpias comem coelhos e pessoas que não comem carne podem voltar a comer
porque, afinal, harpias comem coelhos.
Aqui começa o apelo melodramático. Onde os adeptos da
religião vegan apelam pro sentimentalismo tosco, mostrando fotos de bezerrinhos
recém-nascidos. Dizem que somos especistas por preferir seres humanos àquelas
doces criaturinhas. Lindo, não? Lindamente falacioso!
Quem disse
falácias foi você. E com isso a única coisa que demonstrou é que NÃO SABE o que
é especismo. Aqui você nunca verá foto de bezerrinho recém nascido e você está
redondamente enganado se acha que todo vegan gosta ou sente pena de bezerrinhos
recém nascidos. Eu conheci muitos veganos que sequer gostam de animais, apenas
não consomem porque preferem praticar a ética do respeito às outras espécies e
entender que o ser humano não possui qualquer direito natural de fazer os animais
serem escravos da pecuária e até mesmo de oprimir outros seres humanos, onde
também pode se encaixar o especismo.
Não existe
qualquer necessidade de postar foto de animais aqui. Nesse blog você jamais
verá isso. O que você verá mais é foto de comida industrializada mostrando o
teor de açúcar, gordura e sódio. Ninguém precisa mostrar foto de escravidão, de
violência ou de abatedouros pra fazer simples questionamentos filosóficos. E
olha que curioso, você condena as fotos mostrando animais sendo torturados e
mostra fotos da cadeia alimentar achando que isso invalida a filosofia vegana e
a causa abolicionista animal. Por favor, você pode melhorar esses argumentos?
Vamos lá, eu sei que pode.
A resposta para essa empatia com os bezerros é
simplesmente fruto de nossa herança evolutiva. Traçamos um paralelo entre os
lindos bezerrinhos e nossos próprios filhos. Ambos são pequenos (relativamente,
claro), ambos precisam de cuidado, ambos são mamíferos (opa!), ambos têm
desenvolvimento similar. Nós possuímos um desenvolvimento maior por que quando
criança nós brincamos mais, manipulamos peças, descobrimos o mundo. Cada etapa
é um aprendizado e isso cria novas ligações sinápticas, desenvolvendo mais
ainda o nosso cérebro. Em suma: quanto mais aprendemos, mais temos condições de
aprender.
Acaso é errado questionar
moralmente o ato de matar uma criatura senciênte que tem vontade de viver? É
possível fazer isso sem achar o bezerrinho “fofinho”. Você está tirando muitas
conclusões estúpidas, que parecem mais induzir as pessoas a ignorarem a empatia
e matarem os animais porque a natureza é assim mesmo e a única razão de termos
empatia pelos bichos é porque achamos bebês humanos “fofinhos”. Não é bem assim
que funciona as coisas, Sr. André. O comportamento humano é extremamente
complexo para você reduzi-lo a verdades finais. Não existem verdades finais
quando tratamos do comportamento humano.
Também mostram cartazes relacionando cães e bois no mesmo
grau de afetividade, como no cartaz ao lado, o que é interessante, pois estes
mesmos vegans SÃO CONTRA ter animais de estimação, pois os estamos
“escravizando”.
Isso é... Gente,
isso é completamente mentiroso e descarado da parte desse cara. Ele acusa todos
os vegans de mentirosos e ele sequer se preocupa com a besteira que escreve.
Quem te disse que os vegans são contra ter animais de estimação, Sr. André? Que
alternativas cães e gatos possuem, se o ser humano os condicionou a depender
completamente deles? O que os veganos não curtem – e nem precisa ser vegan pra
isso – é vê-los jogados às traças por aí enquanto o comércio de animais corre
solto tornando animais propriedades humanas descartáveis.
Este povo é tão ridiculamente idiota que defende que
alimentemos cães e gatos (decididamente carnívoros) com alimentação vegan!
Até parece que os
vegans defendem sandices desse tipo. O cão não é um animal carnívoro estrito,
ao contrário do gato que precisa de proteínas como a taurina, só encontrada em animais.
Nenhum vegan vai defender que gatos devem ter dieta herbívora estrita, Sr.
André. Mesmo porque, quais alternativas nós temos para alimentar os animais?
Que classe de pessoas é essa que defende o direito animal
e não respeita a sua biologia, impondo as mesmas loucuras?
Que loucuras, Sr.
André? É novidade para mim ser loucura retirar carne e derivados da
alimentação. E outra coisa, os cães são animais onívoros que podem sim viver de
proteína de origem vegetal. Os gatos não, mas os cães sim. E fique tranquilo,
ninguém quer impor qualquer coisa aos animais, mais ainda do que já lhes é
imposto.
Que espécie de idiotas é essa que critica pessoas que
vestem seus animais com roupinhas similares às nossas, mas querem mudar os
hábitos alimentares moldados por milhões de anos de evolução biológica?
Você viajou completamente
na maionese. Fez uma sambança grotesca e tirou uma conclusão completamente
falsa. Eu duvido que veganos, pessoas que falam muito sobre ética animal
coloquem roupinhas nos seus animais. Aliás, é curioso que ele pense que pessoas
que comem carne não fazem essa baboseira toda de vestir animais com roupinhas.
Ele vive realmente num mundo distante...
Estamos vendo bem o que a falta de proteína animal fez
com o encéfalo dos vegans. Mais para ferente eu voltarei a essa questão dos
animais de estimação.
E pelo jeito
também não ajuda seu cérebro a pensar fora da caixa.
Agora, vamos acabar com as falácias vegans.
Olha o nível
argumentativo do cara, inventar falácias botando palavra na boca dos vegans. Observem.
Ai, que lindinha! Cuti-cuti-cuti! Quem quer dar um
beijinho?
Pronto, senhoras e
senhores. Aqui ele descamba para o ridículo, não consegue arranjar qualquer
argumento e enfia um escárnio ainda achando que desmascarou o veganismo.
Pois é. Ninguém gosta de cobras.
Hã? Fala sério,
André. Eu sou fascinada por cobras, assisto diversos documentários sobre elas,
considero criaturas lindas e misteriosas. Você novamente tirou conclusões
ridículas. E infelizmente, tem gente que cria cobras como animais de estimação.
Tanto é que ficou conhecida como símbolo da maldade, não
só na Bíblia, como em muitas culturas (mas não em algumas outras).
Uma pena. Não há
nada de verdadeiro nessa imbecilidade de reduzir as cobras a pura maldade, jogando
a culpa das frustrações humanas em um animal peçonhento. Assim como a fama dos
tubarões que não é nada boa e isso contribuiu para atrapalhar o ecossistema
deles. E na realidade, Sr. André, o centro do problema é o ser humano, que se
acha no direito de fazer o que bem entender só porque se considera o maioral. E
quando a gente fala isso, pessoas como você dão risada porque já não possuem
nada de bom a mais mesmo pra acrescentar.
Isso, possivelmente, deriva de nosso medo herdado de
nossos ancestrais, quando estes eram presas das cobras (sim, cobras também não
são nada éticas quando estão com fome).
Lá vem ele de novo
com a falácia naturalista pra justificar algo inventado na imaginação dele.
Ninguém vê cobras com afinidade, ninguém quer pegá-las no
colo, ninguém gosta de pensar nesse distinto animalzinho se esgueirando até
você e subindo pela sua perna. Tá, ok. Algumas sociedades hindus criam cobras,
apesar de tal criação como bichinho de estimação ser proibido desde 1972, mas
preservemos a ideia que cobras são mortíferas e perigosas e quase todos as
querem bem longe. De qualquer forma, dificilmente vegans usarão a foto de uma
cobra para mostrar que você deve ser ético.
Não precisa usar
qualquer foto de animais pra isso, Sr. André. E é óbvio que ninguém vai pegar
no colo um animal selvagem e nada amistoso como se fosse um brinquedinho.
Aliás, grande exemplo esse seu. Eu não chegaria perto de uma porção de animais,
incluindo vacas, galinhas e cabras, cada um no seu quadrado. Desejar liberdade aos
animais não está em nada associado ao nível de apego emocional. O que
questionamos é o fato do ser humano ser especista e fazer os animais de
escravos. E sim, Sr. André, é completamente válido questionar filosoficamente
nosso especismo diante de outros animais e discorrer sobre os impactos
ambientais que o consumo de carne acarreta ao planeta que vivemos, o pálido
ponto azul. Você parece querer mascarar as informações para fazer troça de pessoas
que aboliram o consumo de carne pensando no problema que isso traz à nossa
saúde e ao planeta que habitamos. Palmas pra você que não consegue admitir que
exista estilos de vida completamente diferente desse teu mundinho fechado que
só sabe rir de qualquer linha de pensamento que fuja de suas crenças
pessoais. Aliás, aos leitores que levam isso a sério, por favor, questionem
tudo que signifique ‘cagar regra’ para as pessoas, que é exatamente o que ele
está fazendo aqui.
Aliás, que mané ética? Vegans ficam nesse blábláblá
defendendo animais, mas eles não desdenham em usar inseticidas e venenos pra
ratos!
“Ah, mas aí é diferente! Eles transmitem doenças.”
Essa foi de lascar
mesmo. Bem, eu nunca usei veneno para ratos porque aqui eu nunca tive esse
problema, mas é obvio que se fosse um problema, ninguém teria que pensar duas
vezes antes de usar venenos ou qualquer outro método para livrar o ambiente de
ratos e baratas. E sim, eles transmitem doenças, onde é que está o grande
problema nessa afirmativa? Tudo que transmite doenças deve ser tratado e
retirado do ambiente que vivemos para não contaminar as pessoas e outros
animais. Aliás, eu ainda não entendi onde é que isso se relaciona com o fato de
desejarmos que os animais sejam livres do agronegócio. Você está descambando o
assunto e apelando ao ridículo pra desqualificar qualquer filosofia que deixe
de fora o consumo de animais.
Então, vamos matar cães também, já que transmitem raiva
(qualquer mamífero pode transmitir raiva). Matemos pombos, pois eles transmitem
toxoplasmose (eu detesto pombo!). Vamos matar gatos, pois eles podem nos
arranhar. Vamos matar logo os toscos seres humanos, pois eles também transmitem
doenças. Se for assim, podemos matar qualquer animal, pois alguma doença será
transmitida por eles. Ética, hein? Só quando interessa! No link acima de número
o autor joga uma conversa fiada que “éticos vegans” não matam moscas, apenas as
pegam como quem pegaria uma borboleta com um puçá e a libertaria fora de casa.
Ok, meu filho, fique o dia inteiro caçando mosca, sim? Tente isso com
mosquitos. Se aparecer um rato em sua casa, convide-o para um almocinho vegan.
Pois olha que
coincidência, eu também não gosto de pombos e a ideia de matá-los não me
apetece em nada. Você falou da falácia da falsa dicotomia e curiosamente a usou
aqui. Se os animais transmitem doenças, o mais correto é matá-los e não
tratá-los? Existem muitos métodos para livrar o ambiente de vetores de doenças,
Sr. André, não precisa necessariamente matar os animais. Você está sendo muito
8/80.
Só sendo muito sarcástico para com esse tipo de gente
“ética”.
Pois é, porque um
bom argumento pra isso até agora não vi você dar. Só rindo mesmo e fazendo
troça de qualquer estilo de vida diferente do seu porque rir é tudo que você
tem de melhor a fazer ao invés de procurar informações e discutir decentemente
sobre esse assunto, tão simples de ser discutido sem a necessidade de escrever
esse show de ofensas e esse monte de falácias. Você simplesmente quer que todas
as causas sejam absolutamente perfeitas, livre de qualquer problema
argumentativo. Muito bom, Sr. André. Agora só porque nada é perfeito, é
completamente inválido deixar de consumir animais... Essa é a conclusão do
camarada. Partindo desse mesmo princípio, é melhor permanecer com a doença que
tomar um remédio que pode causar efeito colateral; é melhor não sair às ruas
porque você pode ser assaltado na esquina; é melhor não ir à escola porque você
pode ser vítima de bullying... É melhor não fazer NADA porque sempre existe
algum problema por trás de tudo que você pretende se arriscar. Que triste
pensamento, Sr. André. Uma tremenda distorção cognitiva de sua parte. Existem
milhares de tonalidades entre o preto e o branco.
De outra partida, façamos um experimento mental (sendo
apenas mental, ninguém sairá ferido), só que usaremos um cão ao invés de um
bezerro. Imaginem a situação: Duas casas pegando fogo. As chamas estão
descontroladas. Um ético vegan está mais perto de uma, com um cãozinho latindo
desesperado. Na outra casa, um pouco mais longe, uma criança de 10 anos berra
alucinadamente. Ambos são seres vivos. Ambos são animais. Somente um pode ser
salvo a tempo.
Só posso rir
disso. O cara está agindo exatamente como qualquer um, propondo dilemas bobos
pra invalidar o veganismo.
A questão é: Qual dos dois você, vegan, salvará? Para
qual casa você correrá primeiro? Avalie sua ética, meu caro vegan, e me
responda. Depois veremos quem será o especista. Segundo Wittgenstein, não
existe problema filosófico ou moral, portanto, você não terá muitos problemas
em decidir pelo correto, não é mesmo?
Ah, claro, e você
está coberto de razão, não? Qualquer dilema faz todo mundo pensar em apenas
duas possibilidades porque não existe uma terceira. Não precisa ser vegan pra
ficar atormentado com esse pensamento. Muita gente que come carne e ama seus
cães poderiam ficar em dúvida sobre o que fazer nessas horas. Preferir salvar
um do que outro nada diz sobre especismo, e sim sobre empatia. E eu não sei
onde é que dilemas desqualificam o veganismo ou qualquer estilo de vida que não
consuma animais. É a mesma coisa que perguntar a um humanista se, ao vir um
trem desgovernado, ele prefere jogar uma pessoa no trilho para parar o trem e
salvar centenas de outras pessoas ou deixar o trem seguir adiante e matar as
centenas de pessoas. Aí se o humanista responde: “Ah, eu prefiro deixar o trem
seguir, mas não jogaria uma pessoa na via”, e isso invalida todo o humanismo,
desclassificando ele moralmente e tornando-o uma ideia inviável. Dilemas nada
dizem sobre o caráter, viu, André?
Sejamos francos qual ser vivo não é especista e não vise
a sobrevivência de sua própria espécie. E ainda digo mais: cada membro de cada
espécie preocupa-se mais em preservar a si mesmo, muitas vezes praticando
canibalismo!
E desde quando
isso é especismo? Que tal você dar uma lida no especismo primeiro antes de
tirar essas falsas conclusões? Cooperar e viver com boas relações com a nossa
própria espécie, embora ainda um pouco utópico, não tem nada de especista.
Preferir salvar um ser humano do que um animal não tem nada de especista também
e nem vice-versa. O especismo está no fato do ser humano se achar no direito de
escravizar outros animais por diferenciados motivos, incluindo o fato de se
achar superior a eles. Aliás, isso também já foi uma realidade para as
mulheres. Como assim permitir que elas votem, trabalhem, ingressem em uma
faculdade se elas naturalmente nasceram para servir aos homens? Isso também não
invalida em nada a filosofia vegana.
Até mesmo protozoários tendem a ser canibais, mediante
alguma pressão evolutiva e, segundo algumas teorias, foi assim que teria
surgido as primeiras reproduções sexuadas com fertilização (cf. MARGULIS, O que
é sexo? Ed. Jorge Zahar).
Olha o nível que o
cara desceu pra invalidar o direito de questionar sobre a violência praticada
contra os animais. Sim, Sr. André, e, inclusive, não é só porque na natureza se
pratica canibalismo que temos que fazer também. A natureza está repleta de coisas
estranhas que jamais aceitaríamos moralmente ou nos rebaixaríamos a tal ponto,
com a justificativa que isso é natural. E eu preferia que você não usasse o
mundo natural para questionar o ser humano, os únicos agentes morais dessa
história toda. Não nos cabe questionar moralmente o reino animal, isso só cabe
a nós mesmos. E é exatamente isso que estamos fazendo. Podemos e DEVEMOS fazer
isso. Se não o fizermos, como fica todo o ecossistema, já que o ser humano é
predador e vai caçar de qualquer jeito? Não podemos preservar o meio ambiente,
nem cuidar de animais que correm risco de extinção? Até onde vai nosso
conhecimento, o ser humano é o único animal desse planeta que explora recursos
naturais pra construir tecnologia e isso precisa ter controle. E quando alguém
decide viver um estilo de vida pra tornar mais ético e também para melhorar a
própria saúde, pronto... Vira motivo de piada. É nessas horas que consigo entender
bem a frase de Schopenhauer:
“Toda verdade
passa por três estágios.
No primeiro, ela é
ridicularizada.
No segundo, é
rejeitada com violência.
No terceiro, é
aceita como evidente por si própria.”
Entretanto, como os “reis da ética” sempre gostam de
pagar lições de moral, eu ainda gostaria muito de saber, com base no
experimento mental supracitado: Quem viverá? O cãozinho bonitinho ou o ser
humano que come carne, polui o ambiente, assassina bebês foca, mata piolho e
urina em postes (se bem que cães também urinam nos postes)? Tudo bem, não estou
sendo imparcial. Mudemos o cenário. Duas casas pegando fogo, cada uma de um
lado da rua. O vegan ético está bem no meio da rua e tem que decidir se correrá
para a casa de uma calçada ou para a casa da outra calçada. Ele consegue ver
bem quem está em cada casa: em uma, a criança humana, na outra, o cãozinho
fofinho. Quero saber: Para qual casa o ético vegan correrá primeiro? Vegans não
podem responder a isso; no máximo usarão algum apelo melodramático de novela
mexicana de quinta categoria.
Eu particularmente
não sei o que eu faria e o seu cenário é pouco informativo pra se tirar
qualquer conclusão. Às vezes nem daria mesmo pra salvar nem a criança ou o
cachorro se o fogaréu estivesse impenetrável. E dilemas não dizem nada sobre
ética, Sr. André. Volte para o mundo real onde nosso pálido ponto azul está
aquecendo e a agropecuária representa parte desses problemas. E você sabe
perfeitamente disso, se não pode, não quer entender e nem pensar em viver um
dia sequer sem consumir carne e experimentar outros sabores, não fique fazendo
troça de pessoas que têm essa preocupação ou que adotam qualquer estilo de vida
diferente do seu. Você tem essa necessidade de cagar regra na cara de todo
mundo e ainda se achar o dono da verdade.
Agora não se trata
de qualquer dilema. O planeta está aquecendo, ficando populoso, estamos acabando
com os recursos naturais e a situação está ficando crítica. O consumismo toma
conta da vida das pessoas e o consumo de carne vai se tornando um problema
sério para a saúde e para o meio ambiente. Isso não é dilema, é vida real. E eu
sei que dói pensar nisso, é ruim, catastrófico, triste, dá vontade de acreditar
em qualquer outra realidade mais feliz que essa, mas infelizmente não dá pra
ignorar esses problemas. E nosso futuro, Sr. André, vai se refletir nas nossas
escolhas presentes. Não se esqueça disso.
Como adeptos de uma religião pós-moderna, eles se recusam
a olhar qualquer situação sobre outro prisma (oh, meu deus! Os lindos ratinhos
brancos!). Eles sempre terão uma visão idílica sobre a Natureza, não importando
o quanto você mostre as coisas mais feinhas (sai pra lá, inseto desgraçado!).
Usam de dois pesos e duas medidas. É como o pessoal que defende o bem e a paz
que as religiões trazem, mas “esquecem” dos homens-bomba, o fanatismo
religioso, as guerras travadas em nome das religiões etc. Ah, mas não eram
religiosos de verdade. Se… Com os seguidores da religião vegana não é
diferente, principalmente quando a barra começa a pesar pro lado deles, em cujo
momento tentam escapar pela tangente com o eterno blábláblá sentimentaloide,
alegando que animais possuem senciência, pois sentem dor e coisa e tal. Mas e
os demais seres vivos?
Eu não sei qual
foi o momento que eu usei qualquer sentimentalismo pra responder essa sua
pilhéria que ainda não consigo mesmo engolir que você acredita mesmo em tudo
que escreveu. Não consigo sequer acreditar que você pense que desmascarou
alguma filosofia de vida cagando esse monte de falácias que mais lembram aquela
“teoria do pombo enxadrista”, surgida na internet para ilustrar pessoas que
estufam o peito com suas verborreias e se acham os donos da razão. Ninguém tem
uma visão idílica da natureza, Sr. André. E eu também me recuso a ter essa
visão escrachada e niilista da natureza que você tem e por isso está pensando
totalmente errado começando por tratá-la como uma entidade viva para fazer
alusão à vida selvagem. Na natureza
acontecem diversas coisas a serem estudadas e aos agentes morais, que somos nós
mesmos, cabe questionar o que fazemos com toda essa informação. E não são
veganos que alegam que os animais possuem senciência, Sr. André. Faça suas
pesquisas no mundo acadêmico e você saberá melhor sobre esse assunto.
Plantas – alegam os vegans – podem ser consumidas sem dó
nem piedade, pois elas foram criadas (Design Inteligente?) para servirem de
alimento.
“Sem dó nem
piedade”, como se esses sentimentos, até agora usados somente por ele invalidasse
o fato de que precisamos consumir verduras, legumes e frutas frescas. Daqui a
pouco ele vai alegar que temos que ter piedade das pedras e não cortá-las ao
meio pra construir casas. E olha o nível que o cara chegou, falando até de design
inteligente, como se tivesse algum religioso aqui tentando desmentir a
evolução.
Só que muitos vegetais, apesar de não possuírem sistema
nervoso central, respondem a estímulos, como é o caso da Dormideira (Mimosa
pudica L), que basta um leve toque e ela já se fecha. As inúmeras plantas
“carnívoras” (plantas são antiéticas?) reconhecem quando não conseguem extrair
nutrientes necessários do solo (como nitrogênio inorgânico, por exemplo), e
possuem verdadeiras armadilhas que aprisionam e devoram insetos. Há, inclusive,
pesquisas que visam determinar que algumas plantas reagem ao som de música
clássica, por exemplo. Confesso que, do meu ponto de vista, a pesquisa é
questionável, mas também é questionável dizer que devemos ter pena dos animais
(mas só alguns), pois eles são sencientes e sofrem. Quer dizer que se eles não
sofrerem dor, eu posso passar o rodo, então? Onde começa a senciência dos
animais? Onde eu posso utilizá-los a meu bel-prazer, sem problema ou dor de
consciência? Mais uma vez, com a palavra, os vegans.
Sim, Sr. André,
esse é um fenômeno biológico denominado tropismo. O fenômeno da dormideira é o
mesmo da flor das onze horas, que abre suas folhas por causa do estimulo
externo, pois é o horário em que o sol fica forte. A dormideira também recebe
esse estímulo quando é tocada por um agente externo. O líquido de suas células
diminuem a pressão e elas fecham suas folhas. Você já ouviu falar em turgescência? Tudo isso possui explicação científica
muito boa, Sr. André.
A biologia nos
informa que plantas não possuem senciência e nem sentimentos. Isso é completamente
insano de imaginar. Pra quais fins evolutivos seria vantajoso para uma planta
sofrer de dor e agonizar no sofrimento? Isso seria um gasto de energia
desnecessário para elas. Se as mesmas sentissem dor ou fossem providas de
qualquer senciência, elas teriam evoluído e desenvolvido mecanismos para fugir
de seus predadores. E mais uma vez você vem falar de peninha, um sentimento
extremamente desnecessário para questionar o especismo. No mundo do cidadão aí,
a pena é o argumento final e somente ela pode justificar os questionamentos
morais e éticos do ser humano em relação aos outros animais. Isso é tudo pra
você? Novamente faltando com informação.
Levemos em conta ainda que algumas plantas “não querem”
ser comidas. Por isso, a Seleção Natural privilegiou aqueles espécimes que
possuíam um sistema de defesa, quer sob a forma de espinhos, quer sob a forma
de toxinas. Mas os vegetais não são mais saudáveis? Eu falei na página anterior
o que acontece se ingerirmos feijão e mandioca sem tratá-los adequadamente.
A mesma coisa que
acontece se você consumir peixes e alguns outros animais sem tratá-los
adequadamente. Você esqueceu de mencionar o fato de que o ser humano também
dominou o fogo e conseguiu cozinhar os alimentos. E pra você só existe feijão e
mandioca no reino vegetal? As plantas continuam sendo saudáveis, para todos os
efeitos, Sr. André. E é EXTREMAMENTE recomendável que você as consuma de acordo
com a própria pirâmide alimentar.
E, obviamente, alegarão que desenvolvemos métodos
culinários para isso. Mas reitero o meu ponto: se são tão mais saudáveis, por
que alguns deles podem nos matar em questão de minutos? E por que é preciso de
cozimento, se o domínio do fogo demorou muito, muito tempo? Levando isso em
conta, é significativo que devemos ser cruéis com os animais? Podemos fazer
despachos, meter-lhes a marreta, sangrarmos, colocar venenos para cães de rua,
atirar em gatos com chumbinho e dar uma porrada na bunda de um cavalo?
Era só o número que
estava faltando no circo pra levar o picadeiro às raias da desinformação e
insanidade. Só porque algumas plantas podem matar, isso significa que as
vitaminas, fibras, proteínas e sais minerais obtidas de uma gama de hortaliças,
frutas e legumes não devem ser consumidas e nem são saudáveis? Quer dizer, só
porque o homem do paleolítico não podia cozinhar vegetais em determinadas
épocas, isso significa que não podemos fazer isso também? Isso invalida toda
nossa dieta? Aliás, dieta essa que é recomendada para todo mundo, não
importando se a pessoa consome ou não carne. O ser humano não é um carnívoro
estrito, Sr. André. E eu nem sei porque havia necessidade de explicar isso. É
totalmente recomendável para a saúde de todo mundo consumir frutas, verduras e
legumes, mesmo que existam plantas que sejam venenosas. Seus argumentos
repletos de desinformação não desprestigiam em nada a importância de uma dieta
rica em fibras e vitaminas obtidas do reino vegetal.
A questão é que a relatividade moral está encerrada em
grupos e não em indivíduos.
Não é bem por aí.
Cada agente moral é capaz de tirar conclusões por si mesmo baseado em estudo e
interesse de causa.
Isto significa dizer exatamente o que eu falei antes: que
os conceitos morais e éticos variam de sociedade para sociedade.
Sim, mas existem
valores que funcionam universalmente para o bem estar humano como os direitos
humanos. Ele é só um pequeno exemplo, Sr. André.
Claro que isso não exclui o fato de algumas coisas serem
erradas seguindo nosso modo de ver, em nossa sociedade. Assim, aquilo que eu
chamo de “Macumba Judaica”, que engloba os rituais do Yom Kipur é algo
totalmente desnecessário.
Matar pra comer e
pra fabricar casacos, sapatos e qualquer outra coisa também é muito
desnecessário...
Matar galos, peixes etc. só para… para o quê, mesmo? Da
mesma forma que outros rituais sem sentido, sacrificar um animal em honra a um
deus qualquer não é algo que se possa ter como “aceitável”, começando pelo fato
que ninguém sabe se tal entidade existe (mas, provavelmente não). Da mesma
forma, o emprego de selvageria para matar animais indefesos pode servir para
auto-afirmação de uma masculinidade de caráter questionável. Ambos beiram o
sadismo, e podem ser reflexo de personalidades doentias, capazes de perpetrar
ações más a qualquer um.
Faz tanto sentido
quanto abater animais pra fabricar sapato de couro. Até aqui não vejo
necessidade alguma nisso.
Mas, espere um instante! Qual é a diferença entre dar um
teco num pombo e abater um boi?
Toda ou nenhuma, dependendo do ponto de vista. Se você me
perguntar em termos simples de vida e morte, não há, de fato, diferença. Só que
as coisas não são simples.
De fato, não há
diferença. Só não entendi onde esse discursinho funciona como argumentação para
desejar que os animais sejam livres. Não bastou você mentir sobre nutrição e
fatos científicos, agora tenta estraçalhar o argumento sobre ética demonstrando
os métodos do abatedouro.
O abate de gado para alimentação (que eu demonstrei ser
essencial na dieta humana) não é feito de modo selvagem e sádico – ao contrário
do que a apocalíptica religião vegan alardeia -, a não ser em abatedouros
clandestinos.
Não, você não
demonstrou coisa alguma. Mentiu sobre todas as vitaminas do complexo B e ainda
tentou jogar na cara das pessoas, sem fonte alguma que nosso organismo não
absorve nada da proteína obtida das fontes vegetais mesmo que uma das maiores
fontes de proteína dos brasileiros seja o feijão.
Para isso existe fiscalização (se essa fiscalização é
falha, é outra história). Assim, o animal é abatido da forma menos traumática
possível.
Depois que morre,
não tem como prosseguir trauma.
O boi – que é um touro que passou por uma terrível
decepção – é abatido de forma pouco dolorosa, embora eu conceda que alguma dor
existe, mas eu demonstrei acima que muito pior a Natureza faz. Assim, eu sou
antiético?
O animal pode não ser
morto de forma estressante, como você diz. Mas isso não é pensando no boi e sim
na pura logística de não desperdiçar tempo. Não tem nem como questionar
qualquer ética humana em comparação aos animais da natureza, Sr. André. É
insustentável você querer argumentar sobre nossa ética usando exemplos de
criaturas selvagens. Os métodos dos abatedouros continuam sendo cruéis, mesmo
que se faça de tudo para amenizar o sofrimento do boi. Aliás, não é bem para
amenizar o sofrimento dele, e sim para poupar tempo e energia. Além do mais,
você só falou do boi e se quer foi tentar consultar imagens e assistir filmes
que mostram a realidade dentro de abatedouros de grandes empresas. Os animais,
como as galinhas levam uma vida miserável, presas em gaiolas apertadas sem
sequer poderem se locomover. Você acha mesmo que um ser senciênte gosta de
viver nessa situação? Mas pro bonitão o ser humano tem licença pra continuar
fazendo isso porque a natureza é “cruel” e não tem jeito mesmo. Fala sério!
Não há resposta em níveis lógicos, pois a Lógica não
ajuda nessa questão, nem os conceitos morais, éticos e filosóficos. Talvez, no
futuro, toda a nossa alimentação será sintética, sem a necessidade de matarmos
mais nenhum animal, onde nós seremos alvo de vergonha de nossos descendentes,
ou não. Só que atualmente precisamos, e isso é fato!
Não é fato coisa
nenhuma. Só na sua cabeça mesmo. E quem lhe disse que não existe qualquer nível
lógico pra questionar a crueldade da pecuária? É sempre assim. Em nome da
alimentação o ser humano perde completamente o seu poder de argumentar sobre o
que está comendo e deve aceitar calado a “bênção” do prato de cada dia. Belo
conceito lógico seu, comparando nossas atitudes com a vida selvagem justificando
o consumo de carne com o fato da natureza ser cruel e não ter mais jeito. Se
for assim vamos usar o mundo natural pra justificar a escravidão, o estupro, o
canibalismo... Isso não é uma boa pra você?
Postar cartazes de lindas mulheres beijando uma berinjela
(um tanto quanto freudiano, se prestarem atenção) não fará diferença no mundo
natural. Precisamos, enquanto entidades biológicas, dos alimentos de origem
animal. Ponto.
Até agora você não
provou isso. Só mentiu sobre nutrição.
Uma coisa interessante salientar é que o gado (de abate,
leiteiro etc.) só existe pela pressão seletiva do meio e das necessidades do
homem. O que isso significa? Muito simples: a espécie das lindas vaquinhas só
existe após milênios de seleção natural e seleção artificial. E não só as
vaquinhas, mas cães, gatos, pássaros, peixes, crustáceos etc. Em termos de
História Ambiental, todos os ecossistemas foram alterados desde que o Homem
pisou pela primeira vez na Terra. E não só os seres humanos, pois no caso de
espécies invasoras também ocorre mudança no ecossistema. É nisso que se
sustenta uma teoria sobre o que aconteceu na Ilha da Páscoa.
Ah! Agora você
acha válido tocar no assunto da seleção artificial, né? Porque se não fosse por
ela, você não estaria comendo seu bifinho, né? Ogrinho da mamãe.
Não há necessidade
de continuar tomando leite a vida inteira, Sr. André. Leia sobre o magnésio, a
caseína. Eu mesma sou intolerante à lactose e sobrevivo muito bem sem leite,
obrigada. Grande coisa. Existem países que não é costume beber leite e isso
pouco quer dizer alguma coisa. Aliás, se o consumo de carne e leite fosse
realmente importante e necessário, muita gente estaria aí morrendo desnutrida o
tempo todo. Mas não é isso que acontece. A recomendação é que se reduza o
consumo de carne e aumente o consumo de grãos integrais, frutas, verduras,
legumes e se beba bastante água.
Vegans têm a mania idiota de alegar que escravizamos os
animais (coisa que eu provei que eles já fazem entre si, e com referência
sólida).
E por que isso é
uma “mania idiota”? Fazer questionamentos nada se assemelham a “manias”. E onde
está o erro em dizer que os animais são escravos da pecuária, possuem
interesses próprios e vontade de continuarem vivos? Por que é moralmente
inválido no seu mundinho dar aos animais a liberdade e parar de escravizá-los?
Isso bem me lembra essa imagem...
Mas a verdade é que vivemos numa imensa, e necessária,
simbiose (não necessariamente endossimbiose).
Simbiose ou
mutualismo, são coisas bem diferente de aprisionar animais e engordar eles para
depois abater. Os animais não estão servindo de alimento porque querem e não
estão tirando qualquer benefício disso.
Bem, deixem-me contar-lhes sobre os cães. Eles são
descendentes diretos dos lobos. Ao invés de imaginarmos uma cena onde nós,
malditos seres humanos, escravizamos lobos para servirem em nossos rituais
mágicos, até que fossem formados os cães, aconteceu algo um tanto diferente.
Eles é que nos adotaram.
Pronto, ele
descambou a nossa realidade de hoje voltando a recorrer na falácia naturalista
usando isso novamente para justificar o especismo.
Registros arqueológicos mostram que os lobos começaram a
seguir os nômades humanos Afinal, estes tinham alimentos, fogo (luz e proteção)
e abrigo. Os primeiros homens podem ter matado alguns lobos, assim como alguns
lobos podem ter tentado ter alguns humanos pro jantar. Com o tempo, os homens
acharam legal ter sua companhia. Jogavam seus restos de comida pros lobos e
estes agradeciam efusivamente. Aos poucos, chegaram mais e mais perto. Ajudavam
a espantar outras feras, enquanto os humanos usavam o fogo para espantar feras
maiores ainda. Foi um bom relacionamento e só deu certo ao longo desses
milênios. Estabelecemos amizade com os lobos, que aos poucos (por pressão
seletiva, natural e artificial) se tornaram nossos companheiros. Recomendo a
edição nº 120 da National Geographic Brasil (março de 2010), que traz um
interessante artigo sobre isso. Ou não. Deve ser alguma propaganda anti-vegan
propalada por carnívoros sem moral ou ética. A decisão é de vocês.
E o que isso tem
de ver com abatedouros? O que começou com uma mútua relação de interesses
tornou-se algo totalmente diferente nos dias de hoje. O ser humano impôs aos cães
alterações genéticas de acordo com sua sofisma e designou-os a dependerem de
nós para sobreviverem. Hoje somos os urbanóides que dependem da agropecuária
pra comer carne e alimentar os cães. Além do mais, não tem mais qualquer
condição dos cães viverem soltos por aí. Muitos deles vivem nas ruas doentes e
marginalizados por completa culpa do ser humano e não da “seleção natural”.
Confesso que gosto muito de gatos. Eles são arrogantes,
inteligentes, independentes, carinhosos (quando querem) e fiéis; mas o cães,
também confesso, conquistaram uma amizade sem precedentes. O termo “fidelidade
canina” serve bem para exemplificar a sua importância. São amigos,
companheiros, defensores, cuidavam e ainda cuidam de nossos filhos, guardam
nossas casas, dormem fora, mas alguns dormem dentro. Nos ajudavam a caçar, dar
alarme contra invasores, uivavam ao menor perigo, lamentavam-se por uma caçada
improdutiva, avisavam se o tempo mudaria, puxavam nossos trenós, faziam-nos
companhia, consolavam-nos, olhavam para nossos olhos e víamos que os seus era o
reflexo de nossas próprias almas. Por que não ter um cão? Qual o crime de
termos um animal de estimação, se cuidarmos dele com atenção, amor e carinho?
Nenhum crime.
Principalmente porque os cães, infelizmente dependem completamente do ser
humano. Agora veja você, Sr. André; Muitas pessoas criam porcos pelos mesmos
motivos que criam cães. São inteligentes, amáveis, possuem capacidades
cognitivas e também são excelentes companhias. Moralmente falando comer um cão
é inaceitável e um porco sim. Quando falamos disso somos os ridículos bobocas
mesmo sem qualquer réplica válida. E de quebra eles ainda podem propor dilemas
estúpidos que dependem de respostas emocionais para desqualificar a filosofia
de vida livre de animais e derivados.
Conheço muitas
pessoas que tratam melhor os seus cães do que o próprio filho. Vegans ainda
acharão que isso é escravidão, o que me força a vê-los com pena, pois não devem
ter muitos amigos, não se dão ao luxo de ter a companhia de um cão ou um
periquito. Os únicos amigos que possuem são outros membros de sua religião,
para falar exatamente da religião vegan, tentando subsídios para se
justificarem dia após dia, como qualquer religioso fanático. Não desfrutam da
alegria de ir passear com seu amigo peludo num parque, brincar de jogar
freesbe, pescar (ops! Pesca não é vegan!), não pode ter um amigo aconchegado
perto dos pés, ou até que durma ao pé da cama. Alguns dormem literalmente aos
pés, dividindo cama, compartilham nossa comida, vibram quando chegamos e ficam
tristes quando temos que sair.
Minha cachorrinha
está muito bem tratada, obrigada. Eu amo muito ela e a levo para passear comigo
e até leio livros na companhia dela. E não havia qualquer necessidade de dizer
isso. Você ficou o tempo todo aí nesse blábláblá de apelo emocional, apelo à
misericórdia, peninha e sei mais lá o que e de repente faz a mesma coisa: usa
um apelo emocional muito tocante pra falar do animal que você tanto ama. Essa
capacidade de empatia pelos animais que temos não é uma baboseira a ser
ignorada, Sr. André. Mas é sempre assim. Quando a empatia e o desejo de
libertar os animais chega na agropecuária, um conceito que não é novo e nem irá
se calar – principalmente pelas futuras gerações –, muita gente começa a reagir
assim, inflando o peito feito um galinho de briga, prontos pra ofender e achar
que são os detentores das verdades absolutas desse universo só porque o mundo é
um lugar selvagem e perigoso. É curioso que os antigos senhores de engenho
também ficaram muito bravos quando se falou em libertar os escravos. Mas é
normal reagir assim quando alguma coisa mexe com algo conflitante dentro de
nós. Você fez apelos inadmissíveis, chegando até afirmar, por pura leviandade
que consumir vegetais não faz tão bem assim pra saúde. Oras. Faça o favor.
Tudo de melhor que
você pode argumentar sobre isso é o português da pessoa que criou essa imagem?
Não quer nem tentar argumentar por qual motivo é moralmente aceito comer um e o
outro não? Oras, Sr. André, quem te disse que isso não é um questionamento
válido? Aqui você produziu uma falácia chamada espantalho. E se você está
cobrando português correto das pessoas, deveria ter dado o primeiro exemplo.
Aconselho que você, pelo menos corrija toda essa pilhéria que produziu.
Mas, não. Para a religião vegan tudo isso é criminoso!
Nada agora como
usar um duplo argumento falso ligando veganismo às religiões e adotar um cão um
ato criminoso. Ah, cara, só não te mando ir à merda porque o seu texto merece
respostas melhores.
Vamos libertar os cães. Vamos deixar aquele poodle
lindinho no mundo afora, de modo que ele consiga sobreviver sozinho (se
alimentando de forma ética e saudável, sem ferir nossas amiguinhas vacas).
Reparem nos
deboches idiotas e nonsenses que esse cara produziu. Perdeu completamente a
razão.
Seus antepassados conseguiram facilmente, quem sabe se o
poodle de hoje não reaviva alguma memória guardada em seus genes? Bem, se ele
não fizer isso, Darwin estará de olho. Ou o poodle bonitinho esteja pronto para
enfrentar a vida sem nós, humanos, ou ele perecerá em questão de dias, de fome,
sede e frio. O que é mais cruel? Se tem um grupo realmente especista são os
vegans, pois eles acham que são melhores que os demais e se puseram na posição
de guardiães da vida animal, mas só alguns. Eles escolhem quais as espécies
merecem seu pseudocarinho, pois amor e carinho mesmo é algo que vegans não têm
e jamais terão. O que eles possuem são egos do tamanho do Himalaia, e tão
inóspitos e vazios quanto.
Só nessa sua
cabecinha cheia de extremismos que alguém vai desejar que cães, infelizmente
completamente dependentes da raça humana fiquem soltos por aí vivendo num
ambiente completamente insalubre e hostil. E olha só quem está falando de ego,
o cara que promove um monte de mentiras em prol da própria sofisma.
Assim, vegans não se importam com os animais. Eles se
importam apenas com sua ideologia retardada, criada por meio de mentes
atrofiadas por baixa concentração de proteínas e vitaminas.
Só porque você
quer, Sr. André. Não entendi essa ofensa gratuita. Deixar de comer carne
pensando nos animais, no planeta e até na própria saúde significa não se
importar com os animais? Agora mais uma falácia de brinde, non sequitur. Ele
extraiu tudo isso da imaginação dele concluiu que os veganos não se importam
com os animais. Será que eu preciso destrinchar mais ainda os argumentos dele?
Algum vegan se identificou com essa lorota toda?
Fazem protestos e passeatas, alguns idiotas até querem
que substituamos o leite de vaca por leite materno, onde as estúpidas voluntárias
forneceriam leite para fazer queijo, coalhada etc. Quantas mulheres seriam
necessárias? Na mente vegan, tudo isso faz sentido. Ah, mas isso é coisa do
PETA e nem todos são escoceses vegans de verdade.
Gente, olha o
que... que... Esse cara está blefando, só pode. Não tem como ler uma
imbecilidade dessa e não ficar, no mínimo estarrecido com tamanha ignorância.
De onde você tirou essa informação que os vegans desejam trocar secreção de
vacas por de mulheres humanas? Você começou a inventar besteiras, Sr. André.
O PETA usou isso pra fazer uma chacota com o fato do ser humano depois de adulto continuar bebendo leite. Pura ironia e você está levando uma ironia à sério.
A título de informação, o leite materno é TOTALMENTE recomendável para crianças recém nascidas até os
dois anos de idade. Se a mãe puder amamentar até a criança ter essa idade é
extremamente mais benéfico para a criança do que trocar pelo leite de vaca.
Aliás, ninguém precisa continuar tomando leite pra toda vida, por isso, é
insustentável alimentar qualquer ideia tosca de que adultos devem tomar leite
de humanos, e é lamentável ter que explicar isso pra quem não entendeu a ironia da ação do PETA. Bato uma aposta que ele só leu o título e foi novamente tirando conclusões nonsenses.
PETA. A entidade mais fundamentalista da religião da
Nossa Senhora da Alface. Os xiitas do Brócolis Sagrado, que pensam ser o arauto
da Nova Era, oferecendo “a pílula verde” ou alguma metáfora idiota imitando
Matrix (deve ser por causa das letrinhas verdes). Uma entidade imbecil que faz
comícios com mulheres (nem sempre bonitas) que andam peladas para dizer que não
usam peles. Curiosamente, nenhuma delas desfila no norte do Alasca e sim no
meio de Nova York, só para chamar a atenção pras suas (nem sempre) gloriosas
bundas. Ainda bem que não dependem de usar a cabeça.
Você é mesmo incapaz
de fazer uma crítica sem xingamentos, né? O ad hominem lhe cai como uma luva, é
o melhor argumento que pode oferecer? Xingo porque não sei o que dizer? Eu
posso te ajudar nisso, Sr. André. O PETA me causa uma tremenda dúvida porque em
minha opinião é uma entidade que age totalmente preocupada em mudar as pessoas
e arranjar seguidores. Foi a conclusão que tive ao ter acesso a diversos
materiais deles e não concordar com muitas coisas que eles escrevem. Não é
possível concordar 100% com ninguém, pelo menos eu dificilmente entro em acordo
100% com todo mundo. Sempre há coisas a serem repensadas e remodeladas. Suas
conclusões estão sendo muito apressadas e mentirosas.
Eu particularmente acho o uso de peles algo sem meio
significado, mas não apenas pela morte dos animais. Acho sem necessidade mesmo,
devido às modernas tecnologias têxteis. De qualquer forma, também não entendo
porque alguns idiotas se tatuam completamente ou enchem a cara de piercings.
Mas que uma mulher num casaco de vison fica sexy, isso fica (ainda mais se não
tiver mais nada por debaixo). Mas lembremos das referências freudianas entre os
vegans e as berinjelas.
Aqui novamente ele
apela ao ridículo e usa falácia do espantalho para ridicularizar as pessoas que
não seguem as regras que ele caga.
Para terminar este bloco, recomendo aos vegans que
demonstrem seu amor pelos animais oferecendo um grande abraço a uma píton ou a
um dragão de Komodo. Eles adoram gente que os defendem e lembrarão que vocês
são éticos e lhe devolverão todo o carinho e afeto despendidos para com eles.
Claro, porque o
veganismo só é válido se alguém tiver vontade de dar um abraço em uma píton. "Vamos fazer uma aposta? Se você abraçar uma píton eu aceito o veganismo senão,
você perde e o veganismo é finalmente desmascarado, seu feioso, bobo, ridículo!" Bah!
Na próxima página tocaremos em algo delicado: Os
experimentos com animais.
Na próxima página
mais um monte de ofensas e comentários nonsenses de quem é incapaz de pensar
fora da caixa.






Nenhum comentário:
Postar um comentário